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A Utilização do Watsu no Alívio do Estresse Imprimir E-mail
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A UTILIZAÇÃO DO WATSU NO ALIVIO DO ESTRESSE

USING WATSU IN RELIEF OF STRES

 

Trabalho realizado por:

- Raphael Henrique e Cruz ¹

- Renata Virgínia Duarte Eduardo ²

- Rodrigo Fernandes ³

- Glauber Lopes Araujo ⁴

 

Contato: raphaelcruzfisio@hotmail.com

 

¹Acadêmico do curso de Fisioterapia do Instituto de Ensino Superior de Londrina – INESUL

²Acadêmico do curso de Fisioterapia do Instituto de Ensino Superior de Londrina – INESUL

³Acadêmico do curso de Fisioterapia do Instituto de Ensino Superior de Londrina – INESUL

⁴Fisioterapeuta, Mestre e Coordenador de cursos na faculdade INESUL, especialista em Hidroterapia.

 

RESUMO

Uma das doenças do século 21 e denominada Síndrome de Burnout, doença que causa esgotamento físico e psicológico, ou seja, um estado de tensão emocional e estresse relacionado diretamente ao estilo de vida atual. Como o próprio nome diz, traduzindo do inglês, “burn” significa “queima” e “out” sign ifica exterior. Este trabalho tem como objetivo relatar os benefícios do tratamento Hidroterápico especificamente a técnica Watsu e também dar ênfase em uma das patologias indicadas o estresse. Verificou-se na vivência prática, nas pesquisas acadêmicas realizadas pelo corpo de estudo que os efeitos fisiológicos liberados pela técnica tais como, liberação de endorfina e sensação de relaxamento contribui diretamente para o alívio do estresse. Concluímos que para desfrutar do relaxamento e serenidade proporcionados pelo Watsu, não é necessário estar doente ou em necessariamente em estado de estresse, o Watsu auxilia em diversos casos e o paciente não precisa saber nadar.

 

Palavras Chave: Watsu, Hidoterápia, Estresse, Fisioterapia,  Faculdade INESUL.

 

ABSTRACT

One of the diseases of the 21st century is called Burnout Syndrome, a disease that causes physical and psychological exhaustion, that is, a state of emotional tension and stress directly related to the current lifestyle. As its name says, transla ting from English, "burn" means "burning" and "out" means outside. This work aims to report the benefits of hydrotherapy treatment specifically the Watsu technique and also to emphasize one of the pathologies indicated stress. It was verified in the experience of practical class, in the academic research carried out by the body of study that the physiological effects released by the technique such as, release of endorphins  and  sensation  of  relaxation  contributes  directly  to  the  relief  of  the stress. We conclude that to enjoy the relaxation and serenity provided by Watsu, it is not necessary to be sick or necessarily in a state of stress, Watsu assists in several cases and the patient does not need to know how to swim.

 

Key Words: Watsu, Hidoterápia, Stress, Physical Therapy, College INESUL

 

 

INTRODUÇÃO

Vemos na mídia a importância de cuidar da saúde e sobre os perigos que o estresse pode causar. Causas que vão de alteração da pressão arterial, falta ou excesso de apetite, irritabilidade, fadiga, dores generalizadas, alergias, problemas cardíacos e no extremo o câncer. A rotina de trabalho, problemas familiares, grandes mudanças, situações que causam desconforto psicológico são fatores que contribuem para produzir ou aumentar o estresse psicofísico dos indivíduos [1].

Para amenizar os problemas sinalizados fisiologicamente pelo estresse devemos cuidar do agente causador, no entanto, na maioria dos casos isto não é possível, com isso as técnicas alternativas como massagens, caminhadas, medicamentos, terapias individuais ou em grupo que possam excluir ou amenizar os sintomas ou efeitos do estresse [1]. Uma das técnicas a qual pareceu ser interessante e eficaz para o alívio e para  acompanhamento  das  modificações  fisiológicas  causadas  em  pacientes  sob situação de estresse e utilizadas dentro da hidroterapia, chamada Watsu. O Watsu teve origem na Califórnia na década de 80 onde Harold Dull utilizou a arte oriental milenar de massagem o Shiatsu aplicado na piscina, com pacientes em flutuação [5].

O trabalho tem como objetivo relatar os benefícios em pacientes com estresse submetidos á técnica Watsu, percepção a qual obtivemos em aula pratica após utilização da técnica, aula ministrada pelo discente e coordenador Glauber Lopes Araujo formado em Fisioterapia, na Universidade Estadual de Londrina, especializou-se em hidroterapia a qual também coordenador do curso na faculdade INESUL e também sobre pesquisas efetuadas em artigos acadêmicos.

 

Estresse

Estresse  é  o  conjunto  de  reações  do  organismo,  muitas  vezes  indescritíveis podem afetar o individuo na forma física e psíquica, e’ capazes de perturbar a homeostase (equilíbrio). O estresse pode ser fisiológico, quando ocorre uma adaptação normal chamado de estresse positivo denominado eustress, ou patológico em indivíduos mal adaptados estresse negativo denominado distress. No do tipo fisiológico, a predominância das reações desencadeadas de luta ou fuga encarregadas de preparar o individuo em níveis toleráveis para enfrentar ou fugir. Estas reações são controladas pelo hipotálamo. No tipo de condição patológica pode ocorrer uma disfunção causando simples distúrbios transitórios até doenças grave [12].

Pode haver modificações no tônus muscular devido ao estresse. Alterações psíquicas anormais modificam os níveis de estimulação nervosa, podendo atingir à musculatura esquelética, aumentando ou diminuindo o tônus muscular. As situações estressantes,  tais  conflitos que  afetam  psicologicamente  o  individuo  tais  como, ansiedade e angústia causarão alterações do tônus muscular ou ate mesmo postural que pode ser passageira ou permanente [12].

O coração e uma das maiores vítimas do estresse. Uma ativação anormal do sistema nervoso autônomo, numa pessoa que já tenha alterações cardíacas ou históricas familiares pode provocar diminuição do fluxo sanguíneo, ruptura da parede dos vasos enfraquecidos e até arritmias.

Portanto o objetivo deste trabalho foi dar ênfase na técnica de Watsu em pacientes sob condição de estresses em geral, devido a rotinas diárias [12].

 

 

O que é Watsu?

É    uma    técnica    hidroterápica    corporal    realizada    em    água    aquecida, o Watsu teve origem do Shiatsu, mas precisamente do Zen-Shiatsu, por ser realizada na agua a técnica possui uma dinâmica própria de movimentação diferente do shiatsu realizado em maca, o Watsu teve origem de uma experiência positiva de Harold Dull, mestre em Zen Shiatsu da Califórnia EUA, Ele transferiu sem conhecimentos para as águas termais de Harbin, observando que, ao flutuar na agua, as pessoas ficavam mais adeptas e flexíveis a alongamentos, aumentando o trabalho corporal que tem este princípio de tratamento. O Watsu no Brasil vem se inserindo nas áreas de Naturologia, Fisioterapia,         Educação Física,         Psicologia         e         Terapias         Corporais. A palavra Watsu é a união de water (água em inglês) e do Shiatsu (terapia oriental para o reequilíbrio físico e energético do corpo) [7].

Como citado acima Watsu é uma técnica corporal aquática, tem sua base, os meridianos  energéticos  e pontos  específicos,  que quando  unidos  com  os  princípios físicos  da  água  promovem  um  estado  ideal  para  desenvolvimento   da  conduta terapêutica. A terapia e aplicada em uma piscina aquecida, por mais ou menos 50 a 60 minutos, onde o paciente e submetido a diversas sensações de bem estar, movimentos fluidos e graciosos, que irão promover harmonia entre corpo e mente [7].

 

Deixe-se flutuar e ser embalado numa água aquecida. Deixe todo apoio e o calor da água dissipar as tensões do seu corpo. Deixe-se conduzir para níveis mais e mais  profundos de relaxamento, na medida em que seu corpo se alonga livremente. Flutue para o estado de consciência no qual traumas e tensões não tenha acesso. Flutue para o nível onde está que seja de tamanho prazer, paz e totalidade, no qual nada poderá  dominar  você.  Isto  é  Watsu”.  [Harold Dull 2001].

 

Indicações

No final da terapia é possível notar a alteração física, mental, emocional e energética em um contesto positivo. Para desfrutar do relaxamento e serenidade proporcionados pelo Watsu, não é necessário estar doente ou em necessariamente em estado  de  estresse.  O  Watsu auxilia  nos  casos  de  gestantes,  crianças  hiperativas, depressão, ansiedade, insônia, deficiência física, dores musculares, fibromialgia. O recebedor não precisa necessariamente saber nadar [5].

 

Contraindicações

Umas das precauções a ser tomada são: febre acima de 37,5ºC, infarto angina instável, aumento considerável da PA, severa infecção do trato urinário, incontinência fecal,  doenças  infecciosas,  TVP,  epilepsia,  escaras  abertas,  hipersensibilidade  ao sistema vestibular [5].

 

Descrição do local

Em local fechado com altura acima do nível da piscina não muito alto (em torno de 2,40 metros), a piscina deve ser aquecida em torno de 34ºC, a profundidade deve variar entre 0,60cm a 1,50 metros de, o tamanho pode ser a partir 10x4,5m², o formato deve ser retangular para evitar muita turbulência. Deve ser utilizado exclusivamente pelo o fisioterapeuta e pelo paciente, o terapeuta utilizara técnicas de mobilidades e alongamentos, proporcionando sensações inenarráveis. Ambiente interno deve conter banheiro associado à saída da piscina para que terapeuta e paciente consiga utilizar o mesmo  o  mais  rápido  possível  depois  de  saída  da  piscina,  evitando  doenças  e transtornos devidos a mudança de temperatura [11].

 

Princípios Físicos da Agua

A temperatura – devido à agua aquecida a diminuição a dor, espasmo muscular, rigidez, distrai a dor [2].

A pressão hidrostática – segundo a lei de Pascal, a pressão do fluido exercida é igual sobre todas as áreas reais do corpo imerso a uma profundidade [2].

A flutuação – força reagente contra a gravidade amenizando seu efeito proporcional ao nível da agua [2].

A turbulência – pequenas alterações no tamanho, na forma e velocidade de um corpo em relaxamento e aumenta propriocepção do paciente [2].

A densidade - o corpo humano possui densidade praticamente igual o da agua, isso permite que exista a flutuação parcial [2].

Viscosidade – o atrito entre as moléculas de um liquido causa resistência a um corpo em movimento, se aumentando 800 vezes em relação ao ar, isso se torna muito importante para reeducação muscular onde os mesmo podem estar debilitados [2].

 

 

Os fluxos do Watsu

O Watsu se desenvolve através de fluxos de energia corporal utilizando empuxo da agua. O alongamento passivo, mobilização articular e os deslocamentos de Zen Shiatsu associados à respiração levam o paciente a um efeito de relaxamento [6].

Fluxo Transicional: consiste em movimentos correlacionados com transições de posições alternando de uma para outra, promovendo um circuito de movimentos contínuos auxiliando no relaxamento [6].

Fluxo Único: indicado para paciente que não possui tanta flexibilidade para as posições mais complexas do Watsu [6].

Fluxo Expandido: é o nível mais elevado, possui manobras de alongamentos adicionais e sendo trabalho os pontos do Shiatsu nos meridianos. Paralelo aos fluxos citados acima, possui técnicas de fluxo livre, que é combinado com quietude em movimento [6].

 

Posições do Watsu

No Watsu possui dois tipos de posições: simples e complexas.

Os movimentos básicos com flutuação de fluxo livre são denominados simples. Outras posições a qual o corpo do paciente e sustentada pelo ombro terapeuta ou superior ao braço, incluindo acima da cabeça, abaixo do quadril, abaixo do braço e abaixo da perna, também se incluem nas posições simples [3].

As posições denominadas complexas são chamadas de berço. No berço o terapeuta envolve e segura o paciente entre o seu corpo e um de seus braços, assim liberando a outra mão para manipular outras partes do corpo do paciente. Dando sequências a qual cada posição em berço seja mais difícil que a anterior [3].

 

Descrição da técnica - Movimentos básicos

 

A dança da respiração na água

Após ocorrer a entrada na água o terapeuta pede para o paciente fechar os olhos e deixar que a água o mova para cima, então o terapeuta dá um passo à frente tomando o paciente em seus braços, com um dos braços ele estabiliza a região cervical do paciente e com outro apoio o dorso do antebraço a nível do cóccix dele para elevar seu corpo na inspiração [11].

 

Oferecendo Lento

Este movimento consiste em deslocar com o corpo do paciente em 45 graus para um lado e 45 graus para o outro, permitindo que a densidade da água faça a dissociação do quadril, liberando a rigidez desta região [11].

 

Oferecendo uma perna

Ira se iniciar com o movimento de tração da  cervical com o braço de apoio da cabeça  e “pegando”  a  perna  mais  próxima  em  região  poplítea  e  continua  com  o movimento de oferecer [11].

 

Oferecendo duas pernas

Mesmo movimento de oferecer uma perna, no entanto, dessa vez o terapeuta ira “pegar” as duas pernas do paciente em região poplítea e consecutivamente continuara com o movimento de oferecer [11].

 

Balanço

Consiste no movimento linear que necessita da observação da respiração do paciente, deslocando-o de um lado para o outro em linha reta acompanhando seu ciclo respiratório, como se fosse realmente um balanço indo e voltando. As posições dos braços  permanecem  da  mesma  forma  e  para  realizar  o  movimento,  basta  fazer  a descarga do peso em uma perna só, alternando entre a perna direita e a esquerda [11].

 

Sanfona

O terapeuta posicionado com o braço em região poplítea do paciente e o antebraço e braço apoiam a cabeça para o movimento de a sanfona ser iniciado. Este movimente consistisse pelo afundamento parcial do tronco do paciente na expiração com fechamento dos braços do terapeuta e abertura dos braços na inspiração, bem representado caracteristicamente pelo nome “como se o paciente fosse uma sanfona” [11].

 

Sanfona rotatória

Quando os joelhos do paciente aproximasse o máximo do tórax, o movimento de sanfona se faz de maneira contínua e com controle da respiração. Após cada movimento de abertura dos braços o terapeuta se eleva e apoiado na frente, estende o braço direito sob lado esquerdo do paciente, enquanto ambos expiram e inspiram, liberando o quadril para girar em torno do seu corpo. Após cada aproximação deve se abrir os braços na inspiração, balançando as costas do paciente, promovendo um balanço para o quadril do paciente [11].

 

Rotação da perna de dentro

Em posição inicial de sanfona aproveitando o empuxo da agua, a perna distante do paciente é deixada deslizar para fora do braço do terapeuta, e sem quebrar o ritmo do movimento o terapeuta realiza a rotação da perna de dentro, fazendo movimentos lateralizados respeitando a amplitude de movimentos do paciente [11].

 

Rotação da perna de fora

Após a rotação da perna de dentro no mesmo movimento alterasse a perna, sendo assim, “pegasse” a perna de fora realizando a sua rotação e repete a mesma movimentação lateralizada [11].

 

Primeira transição

Transição realizada no sentido caudal-cranial, o terapeuta deve mudar a posição da mão caudal mão que estava na região pélvica do paciente para as fossas poplíteas do paciente., apoiando região cervical do paciente no ombro do terapeuta. Esse movimento deve ser realizado simultaneamente com o movimento de transição, de maneira suave e continuando com o movimento de oferecimento com deslocamento bilateral de 45 graus [11].

 

Liberando a Coluna

Como a espinha dorsal vai sofre uma inclinação lateral com apoio nos dois polos:  sacro  e  cabeça.  O  objetivo  é  provocar  uma  pequena  rotação da  coluna, consequentemente ira causar uma liberação da mesma. O terapeuta devera permanecer com as duas mãos posicionadas em região occipital da cabeça do paciente de realizando o movimento de “oito”, fazendo o paciente serpentear na água, se movendo ordenadamente  liberando  o  efeito  de  relaxamento  do  corpo.  Realizar  movimentos suaves utilizando o empuxo da agua para manipulação do paciente [11].

 

METODOLOGIA

Os métodos utilizados foram às técnicas básicas ministradas na aula de hidroterapia, técnicas a quais foram citadas acima no tópico “Descrição da técnica - Movimentos básicos” e sim tivemos percepção de diminuição de fatores causados pelo estresse (Ex. irritabilidade) mesmo com pouca pratica necessária da técnica. Também efetuamos pesquisas acadêmicas para comprovar a eficácia do método Watsu direcionadamente no tratamento do estresse. Embasamento acadêmico sustentado pelo artigo Análise dos efeitos fisiológicos em pacientes com estresse submetidos à técnica Watsu [Rosângela Maria Borges *Fisioterapeuta, especialista em fisioterapia traumatológica e ortopédica pela FUNEC/Santa Fé do Sul – UFSCar, formação em Watsu. Fisioterapeuta da clínica HUNIFISIO – Fernandópolis (SP), Nivaldo Antonio

 

Parizotto **Fisioterapeuta, especialista em metodologia da educação superior (PUCCAMP), mestre em fisiologia pela faculdade de medicina de Ribeirão Preto –USP, Doutor em engenharia elétrica pela UNICAMP, docente do departamento de fisioterapia da UFSCar e do programa de pós-graduação em fisioterapia da UFSCar – Artigo publicado na revista Fisioterapia Brasil - Volume 2 - Número 1 - Janeiro / Fevereiro

2001]. Os mesmos concluíram que com os resultados que a atividade física programada utilizando as técnicas de Watsu pode ser um bom método para controle do estresse. Outro dado importante foi a observação de que o uso da hidroterapia em água aquecida parece  ser  um  bom  auxiliar  como  agente  de  controle  do  estresse,  assim  como  no controle das algias e melhora no estado de humor e desenvoltura para o trabalho de indivíduos que padecem deste mal que acomete o homem dos tempos modernos [1].

 

DISCUSSÃO

Foi evidenciado em prática (sessão de hidroterapia), que a vivência de “pacientes” submetidos a prática da técnica Watsu eleva a sensação de bem estar agindo diretamente no controle do estresse, trazendo muitos efeitos terapêuticos (como analgesia, relaxamento e redução do impacto sobre as articulações) e foi comprovada baseada em pesquisas acadêmicas, pesquisas a quais foram citadas na metodologia desse trabalho.

 

CONCLUSÕES

Portanto entende-se baseado nas pesquisas obtidas durante o estudo que a terapia aquática tem uma grande importância populações, especialmente para atletas, pessoas idosas,  mulheres  gravidas  (sob  liberação  e  indicação  medica),  deficientes  físicos, pessoas que possuem disfunções musculoesqueléticas da coluna vertebral, pessoas com problemas gastrointestinais, pessoas com doenças ortopédicas e reumáticas, pessoas com níveis de estresse elevado e etc. No entanto, possui contra indicações para pessoas com doenças dermatológicas, que possuem incontinências urinárias ou intestinais, mulheres que estão no período de menstruação (sem a devida proteção necessária), também  e  estendido  para  pessoas  que  possuem  feridas  expostas  pelo  fato  de  não poderem entrar na piscina. O critério para o atendimento do paciente e’ exclusivamente do  especialista,  a  escolha  dos  diversos  métodos  que  podem  ser  utilizados  na hidroterapia, isso e’ direcionado conforme as necessidades do paciente.

 

REFERÊNCIAS

1.   Artigo Análise dos efeitos fisiológicos em pacientes com estresse submetidos à técnica Watsu [Rosângela Maria Borges *Fisioterapeuta, especialista em fisioterapia  traumatológica  e  ortopédica  pela  FUNEC/Santa  Fé  do  Sul  – UFSCar, formação em Watsu. Fisioterapeuta da clínica HUNIFISIO – Fernandópolis (SP), Nivaldo Antonio Parizotto **Fisioterapeuta, especialista em metodologia da educação superior (PUCCAMP), mestre em fisiologia pela faculdade de medicina de Ribeirão Preto –USP, Doutor em engenharia elétrica pela UNICAMP, docente do departamento de fisioterapia da UFSCar e do programa de pós-graduação em fisioterapia da UFSCar – Artigo publicado na revista Fisioterapia Brasil - Volume 2 - Número 1 - Janeiro / Fevereiro 2001]

2. ACCACIO, L. M. P.; SACCHELLI, T. Propriedades físicas da água. In: MONTEIRO,  C.  G.;  GAVA,  M.  V.  (Org.). Fisioterapia  aquática.  São  Paulo: Manole, 2007a. cap.1, p.1-12.

3.   BONACHELA, V. M. Manual básico de hidroginástica. 2. ed. Rio de Janeiro: Sprint, 1999.

4.   CANDELORO,  J.  M.;  CAROMANO,  F.  A.  Efeito  de  um  programa  de hidroterapia na flexibilidade e na força muscular de idosas. Revista Brasileira de Fisioterapia, v.11, n.4, p. 303-309, 2007.

5.   Dull H. At the heart of watsu. http://www.waba.edu.

6.   CAMPION, M. R. Hidroterapia princípios e prática. São Paulo: Manole, 2000.

7.   DULL,   H.   Watsu.   In:   RUOTI,   R.   G.;   MORRIS,   D.   M.;   COLE,   A. J. Reabilitação aquática. São Paulo: Manole, 2000. cap. 17, p. 367-383.

8.  IRION, J. M. Panorama histórico da reabilitação aquática. In: RUOTI, R. G.; MORRIS, D. M.; COLE, A. J. Reabilitação aquática. São Paulo: Manole, 2000. cap. 1, p. 03-14.

9.   http://www. drashirleydecampos.com.br. Acesso 25 de junho de 2017.

10. http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/fisioterapia/alternativa/hidr oterapia. Acesso 25 de junho de 2017

11. http://www.amavidaama.com.br/terapias/aquaticas. Acesso 25 de junho de 2017.

12. Raymond C. Stress- The Real Millenium bug. Stress News 2000.

 

 

Obs:

- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo são de seus autores.

- Publicado em Outubro/2020

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