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A Importância da Cinesioterapia Laboral para Trabalhadores de uma Empresa de Calçados de Birigui-SP Imprimir E-mail
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The importance of labour Kinesiotherapy workers from a shoe company of Birigui-SP

 

Trabalho realizado por:

Maria Fernanda Laranjeira Poleze.

Nicoli Antoniassi Longo.

Contato: nicoliantoniassi@hotmail.com

* Acadêmicas do 8º termo do curso de Fisioterapia no Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium de Araçatuba-SP.


Orientadora:

Simone Galbiati Terçariol.

* Fisioterapeuta ,Mestre em Biologia Geral e Aplicada pela UNESP de Botucatu,docente do curso de Fisioterapia do centro Universitário Católico Salesiano Auxilium De Araçatuba.

 

Resumo

A Cinesioterapia Laboral aborda um conjunto de exercícios terapêuticos e preventivos, que possibilitam uma melhoria nos índices de lesões, cansaço, concentração, produtividade e o principal que seria a melhora da qualidade de vida dos funcionários que estão expostos a rotinas exaustivas. A Cinesioterapia Laboral age na prevenção de doenças ocupacionais que condizem de acordo com as evidências apresentadas em diferentes aspectos osteomusculares que se relacionam a rotina de um trabalhador em um setor industrial de extrema produtividade. O objetivo deste trabalho foi verificar os benefícios da Cinesioterapia Laboral em uma empresa de calçados de Birigui, em um período de dois meses, três vezes por semana, duas vezes ao dia, nos períodos matutino e vespertino, com duração de 15 minutos. Os resultados obtidos com a pesquisa foram extremamente positivos e houve diminuição de casos de dores e diminuição de lesões ocasionadas no setor de pesponto da empresa. A prática e a eficácia da fisioterapia do trabalho acabam colaborando para a melhor qualidade de vida do trabalhador.

 

Palavras Chave: cinesioterapia laboral, ergonomia, fisioterapia do trabalho, qualidade de vida, trabalhador.

 

Abstract

Kinesitherapy Laboral covers a set of preventive and therapeutic exercises, which allow an improvement in the rates of injury, tiredness, concentration, productivity and the key that would improve the quality of life of employees who are exposed to extensive routines. The Labour age Kinesiotherapy in the prevention of occupational diseases that match according to the evidence presented on different aspects that relate to musculoskeletal routine of a worker in an industrial sector of extreme productivity. The aim of this study was to verify the benefits of Exercise in a shoe company of Birigui, in a period of two months, three times a week, twice a day, morning and evening periods, lasting 15 minutes. The results obtained with the survey were extremely positive and there was decrease of cases of pain and decreased injuries incurred in the company's stitching. The practice and effectiveness of physiotherapy work end up contributing to a better quality of life of the worker.

 

Keywords: labor kinesiotherapy, physiotherapy and ergonomics of work, quality of life, worker.

 

Introdução

A ergonomia, que tem nome derivado do grego, significa em síntese as leis que regem o trabalho, teve seu surgimento iniciado a partir da Revolução Industrial na Inglaterra, no século XVIII, e se desenvolveu durante a Segunda Guerra Mundial. Pode-se caracterizar como uma disciplina cientifica que está relacionada com o estudo e a compreensão da interação entre os seres humanos e os sistemas aos quais eles fazem parte, sendo as aplicações de princípios e técnicas utilizadas pelo profissional fisioterapeuta para melhorar e garantir o bem estar do ser humano e o desempenho do mesmo para determinar a função do trabalho.

No Brasil, a problemática da saúde do trabalhador, emergiu a partir da década de 80, tornando um grave problema de saúde pública e social, em função da sua abrangência e magnitude. Sendo que a LER/DORT (Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) representa um dos grupos de doenças ocupacionais mais polêmicos no Brasil. Apenas na década de 90, a saúde coletiva incorporou a saúde ambiental e com ela a saúde do trabalhador.

A saúde do trabalhador é um campo de práticas e conhecimentos que emerge da saúde coletiva, buscando conhecer e intervir nas relações trabalho e saúde-doença.

As principais lesões relacionadas às funções dos trabalhadores devido ao número elevado de repetições dos esforços impostos no trabalho e irregularidades na postura podem ocasionar uma tendinite, lombalgia, lesão meniscal, afecções do ombro, cervicalgia, entre outras, todas estas lesões que estão relacionadas à biomecânica incorreta.

A fisioterapia, atualmente, além de atuar no terceiro nível de prevenção está sendo cada vez mais presente e atuante no primeiro nível de prevenção, que enfoca a promoção à saúde e a prevenção especifica.

A saúde laboral diz respeito à união de todos os recursos e esforços para melhorar a saúde do trabalhador e qualidade de seu trabalho, não só em seu ambiente profissional, mas também em sua vida social.

Uma das ferramentas bastante utilizadas pelo programa ergonômico é a Cinesioterapia Laboral que é definida como atividade física praticada no local de trabalho de forma voluntária e coletiva pelos funcionários na hora do expediente, ou seja, é um programa de prevenção, cujo objetivo é prevenir a LER/DORT, sedentarismo, estresse, depressão, ansiedade, melhorando assim, a flexibilidade, força, coordenação, ritmo, agilidade e resistência, promovendo melhora da postura.

Além disto, reduz a sensação de fadiga, no final da jornada de trabalho, contribuindo para uma melhor qualidade de vida ao trabalhador.

A Cinesioterapia Laboral pode ser aplicada através de exercícios que serão realizados num programa de atividade física praticada pelos trabalhadores, de forma diária com intervalos de cinco a quinze minutos, sendo eles: exercícios de alongamentos, exercícios de fortalecimento, exercícios de relaxamento, exercícios respiratórios, exercícios globais e dinâmicos, assim pode-se obter os benefícios esperados dentro da empresa.

Este estudo teve o objetivo analisar os benefícios da Cinesioterapia Laboral em uma empresa de calçados de Birigui, verificando a importância de um programa ergonômico na prevenção de LER/DORT.

 

Material e Método

O trabalho foi submetido à aprovação do comitê de ética (CEP), buscando coletar dados na empresa de calçados Angipé na cidade de Birigui-SP, no setor de pesponto.

Foi aplicado um questionário validado (anexo I) com perguntas fechadas, obtendo informações sobre o sexo, idade, se sente dor, local da dor, se pratica alguma atividade física e a disposição na jornada de trabalho. Como todas são funcionárias do sexo feminino, também foi questionado sobre o período menstrual das mesmas e o rendimento e alteração de humor no trabalho. Foi realizado Cinesioterapia Laboral em um período de dois meses, três vezes por semana, duas vezes ao dia, nos períodos matutino e vespertino, com duração de 15 minutos, enfatizando: exercícios de fortalecimento, alongamentos e dinâmicas para todos os segmentos corpóreos.

Em um segundo momento foi realizado novamente o mesmo questionário para análise se houve benefício com a Cinesioterapia Laboral realizada. Neste trabalho também foram utilizados livros, artigos científicos, monografias e dissertações.

 

Resultados

Os resultados foram baseados nos dados coletados através do questionário com questões fechadas aplicado no início e no final do período de dois meses, sendo no total de nove participantes todos do sexo feminino.

O gráfico I mostra a incidência da faixa etária, sendo que a idade mínima é de 18 anos e a máxima é de 61 anos. Mostra-se que a faixa etária mais evidente foi dos 39 aos 61 anos de idade, com 67%.

 

Gráfico I: Incidência da faixa etária.

 

 

1º momento: aplicação inicial aplicação questionário.

 

No gráfico II, observa-se que seis (67%) participantes relataram algum tipo de dor, e três (33%) sem relato de dor.

 

Gráfico II: Presença de dor nos trabalhadores durante a jornada de trabalho.

 

 

O gráfico III mostra o local da dor apresentado na coluna vertebral, sendo que quatro mostraram dor na região cervical (44%), sendo o local de maior incidência, duas apresentaram dor na região de lombar (22%), nenhum caso apresentou dor na região de torácica e três (33%) pessoas das nove trabalhadoras não relataram dor em nenhuma região corpórea.

 

Gráfico III: O local dor apresentado à jornada de trabalho.

 

 

No gráfico IV, observam-se outros locais do corpo que as trabalhadoras apresentaram algum relato de dor, sendo, quatro apresentaram dor no ombro (44%), um caso apresentado para as regiões de quadril, joelho e tornozelo e pé (11% cada) e três não apresentaram dor em nenhuma região do corpo (33%).

 

Gráfico IV: Locais de dor em outras regiões do corpo.

 

 

No gráfico V observa-se a prática de atividade física das trabalhadoras fora do trabalho. Três delas praticam alguma atividade física fora do ambiente de trabalho (33%) e seis não praticam nenhuma atividade física (67%).

 

Gráfico V: Prática de atividades físicas.

 

 

No gráfico VI observa-se a indisposição das trabalhadoras durante a jornada de trabalho, sendo que uma apresenta-se indisposta diariamente (11%), duas não apresentaram indisposição (22%) e seis relataram que às vezes se sentem indispostas (67%) durante a jornada de trabalho.

 

Gráfico VI: Indisposição durante a jornada de trabalho.

 

 

O gráfico VII mostra que duas (22%) relataram que sentem diminuir o seu rendimento no período menstrual, sete não sentem diminuir o rendimento no mesmo período (78%).

 

Gráfico VII: Período menstrual e rendimento.


No gráfico VIII, foi observado se as trabalhadoras no período menstrual sentem alteração no humor. Foi constatado que cinco relataram sentir alteração de humor (56%), o que dificulta a jornada de trabalho e a convivência dentro da empresa e quatro (44%) não sentem alteração no humor no período menstrual.

 

Gráfico VIII: Alteração de humor no período menstrual.


Observação: nos gráficos VII e VIII, foram excluídas as funcionárias de 61 anos de idade, duas no total, por não possuírem mais o ciclo menstrual.

 

2º momento: aplicação final do questionário.

 

No segundo momento da pesquisa observa-se os resultados após a execução de exercícios laborais no período de dois meses, duas vezes ao dia, três vezes por semana.

As nove participantes não relataram dor corporal após a realização da Cinesioterapia Laboral dentro da empresa.

Com relação ao local de dor na coluna vertebral ou em outro local do corpo o índice também foi igual a zero.

No gráfico IX, sobre a prática de atividade física observa-se que não houve alteração das trabalhadoras fora do ambiente de trabalho. Apresentou-se que três continuam a praticar alguma atividade física (33%) e seis não praticam nenhuma atividade física (67%).

 

Gráfico IX: Prática de atividades físicas.


No gráfico X, observa-se que na indisposição das trabalhadoras durante a jornada de trabalho. Houve melhora, sendo que oito (89%) não apresentaram indisposição e uma relatou que, às vezes, se sente indisposta (11%) durante a jornada de trabalho.

 

Gráfico X: Indisposição durante a jornada de trabalho.


No gráfico XI observa-se que duas (22%) relataram sentir diminuição do seu rendimento no período menstrual e sete não percebem comprometimento (78%), assim não houve alteração em relação ao primeiro momento da pesquisa.

 

Gráfico XI: Período menstrual e rendimento.


O gráfico XII demonstra se as trabalhadoras, no período menstrual, sentem alteração no humor. Foi constatado que três relataram sentir alteração de humor (33%) e seis não sentem (67%), mostrando uma pequena alteração com relação ao primeiro momento da pesquisa.

 

Gráfico XII: Alteração de humor no período menstrual.


Discussão

Nesta pesquisa foram coletados dados indicativos de grande sintomatologia de dores pelo corpo em funcionárias no setor de pesponto de uma empresa de calçados. E a realização de cinesioterapia laboral no período de dois meses e seus efeitos benéficos.

Segundo Alves e Alves os fatores fisiológicos sobre o corpo são os que mais contribuem para as LER/DORT, por esta razão exercícios de alongamentos direcionados durante 15 minutos realizados duas vezes ao dia se tornam grandes aliados ao combate das doenças mais comuns do trabalho, pelo fato de melhorar a nutrição e a oxigenação dos tecidos, assim, reposicionando as estruturas do corpo, tirando o foco do estresse momentaneamente, diminuindo a exaustão causada pelo estresse e pelo trabalho continuo consequentemente diminuindo o nível de acidentes de trabalho e melhorando o estado geral dentro da empresa.

Kolling relata que a cinesioterapia laboral, é baseada em uma análise de movimentos para relaxar os músculos. Pois a atividade física praticada no local de trabalho de forma voluntária e coletiva pelos funcionários é compensatória quando realizada no meio do expediente há melhor aproveitamento.

Braccialli e Vilarta relataram que na faixa etária dos 07 aos 12 anos de idade começam a surgir adaptações funcionais, consequentemente do desenvolvimento corporal, e emocional e de atividades, podendo levar aos desvios da coluna vertebral uma vez que a mobilidade é extrema e a postura se adapta as atividades desenvolvidas. Nesta pesquisa a faixa etária de maior prevalência foi dos 32 aos 61 anos com 67%, seguido dos 18 aos 23 anos com 33%.

Moreira, Cirelli e Santos analisaram que as regiões das dores no corpo e a redução de queixas álgicas devido às sessões de fisioterapia e programas de prevenção com ênfase na cinesioterapia laboral associa-se a uma redução na frequência e severidade da dor no local de trabalho.

Alves relata que a cinesioterapia laboral ajuda na disposição durante o trabalho é compensatória se praticada no meio do expediente de trabalho e tem por objetivo aliviar as tensões, e fortalecer os músculos do trabalhador, além de interromper a monotonia operacional e, acima, promover exercícios específicos de compensação para os esforços repetitivos, estruturas sobrecarregadas e posturas solicitadas nos postos de trabalho.

Maemo descreveu que a redução de queixas álgicas é devido à todos os recursos fisioterápicos e os recursos mais utilizados atualmente são as orientações quanto à postura e a ergonomia, nos levando a ver que a melhor maneira de tratar a dor é a prevenção.

Kotliarenko et al. relataram que a prevalência de dores osteomusculares ocorre no sexo feminino, porque ainda apresenta o estresse emocional, mudanças hormonais durante o ciclo menstrual e jornada dupla de trabalho como agravantes. Nesta pesquisa as funcionárias não relataram queda do rendimento no período menstrual.

No 2º momento da pesquisa, apresentam dados após a realização da cinesioterapia laboral, em um período de dois meses. Realizando uma comparação da presença da dor nas regiões da coluna vertebral, foi observado que não houve presença de dores.

Alves relata que a cinesioterapia laboral de aquecimento ou preparatória é aquela realizada antes da jornada de trabalho e tem como objetivo preparar a musculatura do trabalhador para iniciar a jornada de trabalho, aquecendo os grupos musculares que serão solicitados nas suas tarefas e despertando-os para que sintam mais dispostos e assim diminua os números de lesões com a preparação da musculatura.

Segundo Militão, a cinesioterapia laboral promove mudanças significativas nos fatores psicológicos das mulheres e estas passam a ficar mais dispostas e animadas e, devido a esta melhora, acabam tendo melhores noites de sono e aumento do rendimento na rotina diária de trabalho.

Em relação ao local de dor na coluna vertebral e em outro local do corpo o índice foi zero, pois não houve relato de dor em nenhum local das nove funcionários que participaram da pesquisa de campo, demostrando que a realização de cinesioterapia laboral pode ser a razão de ausência de sintomas que antes se encontravam presentes.

Quanto à indisposição durante a jornada de trabalho, 88% não apresentou indisposição na jornada de trabalho e apenas 11% apresentou indisposição às vezes. Assim, obtendo visível melhora pós-exercícios laborais.

Martins e Duarte apresentaram de forma clara que mais tem afetado as empresas são os distúrbios na saúde dos trabalhadores. Na maioria das vezes ocasionada por situações repetitivas, estes distúrbios trazem como conseqüência distúrbios osteomusculares.

Sobre o período menstrual das funcionárias após dois meses de cinesioterapia laboral não houve alteração.

Quanto à alteração de humor no período menstrual, 33% apresentaram alteração de humor e 67% não relataram nenhuma alteração de humor neste período. Assim, apresentando resultado similar ao do primeiro momento.

A experiência da cinesioterapia laboral realizada na empresa de calçados de Birigui ajudou a construir um alicerce enriquecedor na abordagem e socialização. A maioria das empresas não possui um programa de cinesioterapia laboral a fim de investir na saúde do trabalhador, pois as doenças ocupacionais provem de funcionários com extrema sobrecarga física e psicológica.

Com a cinesioterapia laboral analisa-se um novo paradigma, que faz com que o empresário em sua postura atual invista em um novo parâmetro que é o fator humano ligado a saúde, priorizando a qualidade de vida e a implantação profissional para seus funcionários.

 

Conclusão

Conclui-se que a cinesioterapia laboral bem aplicada mesmo durante um período curto de tempo e com poucas funcionárias, apresentou uma melhora significativa das sintomatologias apresentadas. A importância da saúde dos funcionários acabou gerando a motivação para que realizem atividades físicas diárias para diminuir as dores e consequentemente melhorar todos os outros aspectos físicos, psíquico e social.

 

Referencias

1- Alves A, Gonçalva M R, Romão M F. Ginástica laboral e Envelhecimento: revisão sistemática. Revista Brasileira de Fisioterapia do Trabalho. Ano 01- ed nº03-Maio de 2011.

2- Barbosa L G. Fisioterapia Preventiva nos Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho - DORTs. A Fisioterapia do Trabalho Aplicada. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

3- Alves S V. A ginástica Laboral-Caminho para uma vida mais saudável no trabalho. Revista Cipa- Benefícios da Ginástica no trabalho. São Paulo, n 232, v. 20, mar, 1999. P. 30-43.

4- Militão, A G. A influência da ginástica laboral para a saúde dos trabalhadores e sua relação com os profissionais que a orientam. Florianópolis, 2001. Dissertação (Mestrado em Engenharia de produção). Universidade Federal de Santa Catarina.

5- Picoloto D S. E Prevalência de Sintomas Osteomusculares e Fatores Associados em Trabalhadores de uma Indústria Metalúrgica de Canoas. Rev. Ciênc. Saúde Coletiva. 2008; 13 (2): 508.

6- Pascolat C S, Tanaka CS, Terçariol SG. O papel da fisioterapia na prevenção dos Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). [Trabalho de conclusão de curso]. Araçatuba: Fisioterapia do Centro Universitário Católico Salesiano Auxilium-Araçatuba. 2008.

7- Martins C O, Duarte M F S. Efeitos da ginástica laboral em servidores dareitoria da UFSC. Revista Brasileira de Ciência e Movimento, v.8, n.4, p.9-13, 2000.

8- Moreira PH, Cirelli G, Santos P R B. A importância da ginástica laboral na diminuição das algias e melhora da qualidade de vida do trabalhador. Revista Fisioterapia Brasil, v. 6, n.5, p.349-353, 2005.

9- Kotliarenko A, et al. Distúrbios osteomusculares e fatores associados em cirurgiões dentistas do meio oeste do estado de Santa Catarina. Rev. Odonto. Ciênc. [periódico na Internet]. 2009. 24(2):173-179. Disponível em URL: http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fo/article/viewFile/4243/3999. Acesso em: 28. jun. 2009.

10- Kolling A. Estudos sobre os efeitos da ginástica laboral compensatória em grupos de operários de empresas industriais. 1982. 116,f. Dissertação (Mestrado em Educação)-Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 1982.

11- Barbosa L G. Fisioterapia Preventiva nos Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho - DORTs. A Fisioterapia do Trabalho Aplicada. 1 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.

12- Braccialli LMP, VilartaR. Aspectos a serem considerados na elaboração de programas de prevenção e orientação de problemas posturais. Revista Paulista de Educação Física. 2000; São Paulo, 14(2):159-71 julho/dezembro 2002.

13-Maemo M. Lesões por Esforços Repetitivos (LER) distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT). MS, 2001.

 

Anexo I


Questionário:

1.DADOS PESSOAIS:

 

1.1 DATA:_/__/__

 

1.2 IDADE:___

 

1.3 SEXO:

 

FEMININO () MASCULINO ()

 

2. CONDIÇOES DE TRABALHO

 

2.1 VOCE SENTE DORES NAS COSTAS: SIM () NÃO ()

 

2.2 SE A RESPOSTA FOR SIM, QUAL O LOCAL DA DOR? CERVICAL () TORARICA () LOMBAR ()

 

2.3 EXISTEM OUTRO LOCAL DO CORPO QUE SENTE DOR? SIM () NÃO ()

 

2.4 SE A RESPOSTA FOR SIM, QUAL O LOCAL DA DOR? OMBRO () COTOVELO () PUNHO E MÃO ()

 

QUADRIL () JOELHO () TORNOZELO E PÉ ()

 

2.5 PRATICAM ATIVIDADE FISICA?

 

SIM () NÃO ()

 

2.6 VOCE SENTE INDISPOSTO DIARAMENTE?

 

SIM () NÃO () ÀS VEZES ()

 

3 .NO CASO DE SEXO FEMININO RESPONDA:

 

3.1 DURANTE O PERIODO MENSTRUAL VOCE SENTE DIMINUIR O RENDIMENTO?

 

SIM () NÃO ()

 

3.2 SENTEM ALTERAÇÃO NO HUMOR?

 

SIM () NÃO ()

 

 

Obs:

- Todo direito e responsabilidade do conteúdo são de suas autoras.

- Publicado em 04/01/2013.


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