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A informação como meio de prevenção da Hanseníase - Um estudo na cidade de Barreiras - BA Imprimir E-mail
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Trabalho realizado por:

Bianca Cristina Conceição de Souza.
Catiana de Lima dos Santos.
Flavia da Silva Moura.
Jaçanã Karilma Barbosa.
Lorena Barbosa Silva.
Márcia Coelho Montalvão.

* Acadêmicas de fisioterapia da Faculdade São Francisco de Barreiras - FASB/ BA.
Contato - e-mail: bianca.chrys@bol.com.br

 

Resumo

O referido trabalho de pesquisa teve por objetivo averiguar o nível de instrução da população barreirense a respeito da hanseníase, bem como, verificar se a população apresentava algum tipo de preconceito ou “medo” da doença. Para obtenção das informações foi aplicado um questionário previamente confeccionado para a coleta de dados. Os resultados revelavam que 24% dos entrevistados não tinham o segundo grau completo, renda mensal média de um salário vigente (37%). Quanto às informações sobre a hanseníase, 80% disseram já ter ouvido falar sobre a doença, no entanto, 60% alegou não saber quais os sintomas da patologia. O estigma à doença não foi confirmado em 67% dos entrevistados. Muitos disseram saber que a hanseníase tem cura (77%) e que seu tratamento é gratuito (65%). Perante os resultados levantados por meio desse estudo, concluímos que a população-alvo está satisfatoriamente informada, e conseqüentemente o paradigma que foi gerado em torno da doença está sendo quebrado graças as campanhas informativas de saúde e qualidade de vida.

Unitermos: hanseníase, transmissão, notificação de contagio.



Considerações Iniciais

As doenças infecto-contagiosas, a muitos anos estabelecem no cenário mundial, o incentivo à ciência e a busca por novos parâmetros de tratamento. Assim, a hanseníase, que também se encaixa no rol dessas patologias transmissíveis, possui referencias milenares (desde 600 a.C.), tendo sido devidamente analisada pelo pesquisador Gerhardt Hansen (GOULART, 2005) que constatou, no ano de 1873, que essa doença era causada por uma bactéria (Mycobacterium Leprae) a qual era responsável pelo acometimento de nervos, provocando perda motora e sensitiva, bem como lesões dermatológicas (manchas pigmentares ou diacrônicas, placas, infiltração, tubérculo, nódulo). (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)

O aparecimento da hanseníase no Brasil, de acordo com Farias (2000), ocorreu no período da colonização do território pelos portugueses, onde por volta do ano de 1600, nessa época foram notificados os primeiros casos na cidade do Rio de Janeiro e consecutivamente foram acusados outros focos nos estados da Bahia e do Pará.

A transmissão dessa doença se dá pelo contato intimo e direito com a “fonte” do bacilo (especificado como “o ser humano” pelo ministério da saúde, 2002) e quando o portador apresenta a forma mais grave da doença (multibacilar), não sendo ele devidamente tratado. Pereira (2004) ainda ressalta que, somente 10% da população mundial é susceptível à infecção .

A associação entre a hanseníase com a “Lepra”, encarada durante muitos séculos como uma doença apavorante e terminal, desenvolve nos dias de hoje o que Vaz (2000) denomina de “preconceito e descriminação”. Os portadores da doença, até a década de 70 eram exilados do convívio social e condenados a confinamentos em colônias (PEREIRA 2004). Dessa maneira, o escritor inglês Grahan Greene (apud MORHAN 2005) fez uma afirmação que, em tese, justifica o estigma humano diante dessa patologia: "lepra é uma palavra, não é uma moléstia. Nunca acreditarão que lepra se cura - Palavra não se cura".

Segundo PEREIRA, 2002, a hanseníase tem cura quando tratada inicialmente e é de fácil diagnóstico. Para tanto, é necessário que a população esteja informada sobre os sinais e sintomas da doença (manchas com perda de sensibilidade) que tenha fácil acesso ao diagnóstico, bem como ao tratamento, que é oferecido pela rede publica de saúde (SUS).

O tratamento do paciente com hanseníase é fundamental para curá-lo, fechar a fonte de infecção interrompendo a cadeia de transmissão da       doença, sendo portanto, estratégico no controle da endemia e para controlar a Hanseníase enquanto problema de saúde publico. (PEREIRA, 2002).

Visando a descoberta e o registro dos casos de hanseníase precocemente, o Ministério da saúde (2002) afirma que além dos trabalhos dos profissionais e das unidades de saúde, é extremamente importante que a população esteja informada e motivada a “lutar” pelo combate da doença.

Para a operacionalização e eficácia da vigilância epidemiológica da hanseníase na obtenção e fornecimento de informações fidedignas e atualizadas sobre a doença, sobre o seu comportamento epidemiológico e sobre as atividades de controle do mesmo, é necessário um sistema de informação  efetivo e ágil. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)

Sendo assim, a cura dessa doença depende do tratamento quimioterapico especifico, a poliquimioterapia (PQT), pelo uso de medicamentos como rifampicina, dapsona e clofazimina, com administração associada (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002), e terapias preventivas e reabilitação, como por exemplo, a fisioterapia.

No Brasil, o Ministério da Saúde (2002) aponta a hanseníase como sendo ainda um problema de saúde publica que exige uma vigilância resolutiva, mesmo diante da considerável redução no numero de casos registrados em quinze anos, onde, em cada mil habitantes, dezenove estavam doentes em 1985 e apenas 4,8 no ano 2000 (PEREIRA, 2002)

Em território nacional, essa doença é de notificação compulsória aos órgãos de vigilância epidemiológica hierarquicamente superior e são estimados quarenta e quatro mil novos casos por ano, portadores do bacilo de Hansen (assim também chamado o Mycobacterium Leprae). Dessa maneira a nação brasileira fica em segundo lugar no mundo, e com o primeiro nas Américas, em numero de casos registrados. (MINISTÉRIO DA SAÚDE, 2002)          

No estado da Bahia, a Unidade de Federação-Brasil registrou no ano de 2001, mil quatrocentos e trinta e nove casos, o que é considerado como sendo um coeficiente alto para o estado (1,11/ 10.000 habitantes).    

Baseado nas informações até então apresentados, formulou-se o problema que estimulou a realização deste estudo, associando-o com o município de Barreiras no extremo oeste da Bahia: A população Barreirense está informada sobre a hanseníase? Assim, sob o interesse de responder essa questão é que efetivou-se a pesquisa cujo objetivo principal é averiguar o nível de informação sobre hanseníase da população barreirense a fim de constatar se conhecimento sobre a patologia gera tratamento precoce procedido pela procura espontânea aos postos de atendimento.


Hanseníase no Município de Barreiras

Barreiras, localizada na região oeste do estado da Bahia, possui 134.333 habitantes e 38 estabelecimentos de saúde, sendo que 28 deles prestam serviços ao SUS e apenas 12 são de apoio à diagnose e terapia.(IBGE, 2005)

A 25ª DIRES (Diretoria Regional de Saúde) cuja sede está localizado no município barreirense, informou dados estatísticos apresentados pela secretaria de saúde do estado (BAHIA, 2000), através dos quais foi possível constatar que o terceiro maior numero de incidência de hanseníase a nível estadual está localizado no extremo oeste da região.

No ano de 2005, até o mês de Julho, foram registrados 1.223 casos na cidade, onde a maior incidência é percebida em adultos com faixa etária de 20 a 34. Para o sexo masculino foram apontados 636 ocorrências, representado a maioria dos indivíduos infectados. (DATASUS, 2005).

Os registros em sua maioria (942 casos) foram realizados através de demanda espontânea da população, o que endossa a justificativa deste estudo. (DATASUS, 2005).


Material e Método

O cumprimento das etapas de pesquisa e elaboração do projeto, bem como a escolha dos unitermos de acordo com os Descritores em Ciência da Saúde (DeCS) possibilitou que, no mês de maio de 2005, o trabalho de campo fosse realizado, o qual buscou verificar se a população barreirense está consciente do que é a hanseníase, como acontece a contaminação, qual o tratamento indicado e quais os centros de saúde que tratam essa doença.

Para a realização da pesquisa foram entrevistados 100 indivíduos de ambos sexos, escolhidos aleatoriamente no Centro da cidade de Barreiras, especificamente na feira livre entre os boxes e nas calçadas das ruas, não seguindo nenhum tipo de indicador de estratificação social. O tamanho amostral foi determinado para um intervalo de 95% de confiança, com previsão de 5% para prevalência não conhecida. As entrevistas foram realizadas nas duas primeiras semanas do mês de Maio pela equipe composta por seis acadêmicas de fisioterapia, após treinamento prévio, onde cada entrevistado foi abordado por uma inquisidora e ambos permaneceram em pé durante aproximadamente 10 minutos para aplicação do questionário.

De acordo com as diretrizes Nacionais e Internacionais para a Pesquisa em Seres Humanos do Conselho para Organização Internacional de Ciências Medicas (CIMS) e da resolução nº196/96 do Conselho Nacional de Saúde (Brasil, 1996) foram observados os seguintes princípios éticos: as pessoas foram informadas sobre o preceito a ser desenvolvido, da preservação da privacidade envolvida e o livre arbítrio dos mesmos a aceitarem ou não. Nos casos de consentimentos foi assinado um requisito formal avaliado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Faculdade São Francisco de Barreiras.

As perguntas do inquérito foram referentes a dados sócio-demográficos: condições de moradia, idade, escolaridade, renda familiar, bem como perguntas especificas que voltavam-se para definição da hanseníase, casos da doença na família, conhecimento sobre os sinais e sintomas, prováveis atitudes tomadas na suspeita do diagnóstico positivo (procurar ou não o posto de saúde)  e o preconceito para com os portadores da patologia. Contudo, os dados foram tabulados e analisados no programa Microsoft Excel e as análises descritivas foram realizadas no mesmo local das freqüentes reuniões do grupo.


Resultados

Durante o inicio do mês de maio, foi realizada a pesquisa de campo com a população barreirense sobre hanseníase. Entre os entrevistados constatou-se que 57% eram do sexo feminino, sendo que a maioria apresentou faixa etária de 15 a 25 anos. Sessenta e nove porcento alegou residir em casas com apenas um banheiro, sendo 54% afirmou ter família com de 2 a 4 integrantes. Quanto a avaliação do grau de escolaridade, 24% tinha o 2º grau completo. A renda familiar mensal ficou em média de um salário mínimo vigente (37%), sendo que, dos entrevistados 27% estava desempregados. O nível de informação da população foi mensurado pela pesquisa quando 94% das pessoas confirmaram saber que a hanseníase é uma doença, apesar de que 60% alegou não saber quais os sinais e sintomas dessa patologia. Noventa e três por cento disse nunca ter havido nenhum caso de hanseníase na família e, ainda que, se houvesse alguma suspeita da doença 94% procuraria imediatamente o posto de saúde. Grande número dos entrevistados (67%) afirmaram não ter nenhum tipo de preconceito em conviver normalmente com um doente, confirmando que hanseníase tem cura (77%), e que o tratamento é gratuito (65%), como mostra o gráfico 1.

 

Gráfico 1: nível de informação sobre hanseníase. Barreiras - 2006

 


As pessoas que possuíam o segundo grau completo foram as que apresentaram o maior percentual de informação acerca da patologia com doze dos vinte e três entrevistados afirmando saber os sinais e sintomas da hanseníase (ver tabela 1).

Tabela 1- Relação entre grau de escolaridade e consciência dos sinais e sintomas da hanseníase. Barreiras - 2006

 

GRAU DE ESCOLARIDADE

TOTAL DE ENTREVISTADOS

ENTREVISTADOS QUE ALEGARAM SABER OS SINAIS E SINTOMAS DA DOENÇA

Analfabeto

13

3

De 1ª a 4ª série incompleto

17

7

De 1ª a 4ª série completo

12

3

De 5ª a 8ª série incompleto

08

3

De 5ª a 8ª série completo

10

4

Segundo grau incompleto

10

3

Segundo grau completo

23

12

Terceiro grau incompleto

02

2

Terceiro grau completo

05

2

Total : 100

Total: 39



O estudo também permitiu constatar que a maioria das pessoas que afirmam ter “medo” da doença, o qual gera preconceito para com os portadores, são adultos/ idosos com faixa etária de 59 a 69 anos, de ambos os sexos, com renda inferior a um salário mínimo, sob percentual de 50% de afirmação do preconceito, demonstrado na tabela 2.

Tabela 2- Associação das respostas dos entrevistados de acordo com suas respectivas faixas etária. Barreiras - 2006

 

 

IDADE

TOTAL DE ENTREVISTADOS

SEXO (MAIORIA)

RENDA FAMILIAR (MAIORIA)

AFIRMAÇÃO PRECONCEITO

PORCENTAGEM

15-25

25

Feminino

Um salário

8

32%

26-36

15

Feminino

Um salário

2

13,3%

37-47

30

Feminino

Um salário

11

36,6%

48-58

21

Feminino

Um a três salários

8

38,09%

59-69

08

Feminino e Masculino

Menos de um salário

4

50%

Mais de 70

01

Masculino

Três salários

0

----



Discussão

O nível de informação que a população barreirense tem da hanseníase foi considerado como sendo satisfatória mediante os resultados obtidos pela pesquisa. Essa consideração baseou-se nos dados do estudo que apontaram 94% das pessoas cientes de que a hanseníase é uma doença infecto-contagiosa. Porém, contraditoriamente, a maioria dos entrevistados alegou não saber os seus respectivos sinais e sintomas. Esse episódio pode ser justificado levando em consideração que no decorrer da história humana, a hanseníase (lepra) foi apresentada como sendo o motivo para isolamento de um individuo infectado, onde conhecimento a respeito dos seus sinais e sintomas se tornavam restritos aos estudiosos da ciência, enquanto a população se matinha leiga sobre o assunto. Isso perdurou, de forma que poucos dos entrevistados durante essa pesquisa disseram não saber quais são os indícios da hanseníase.

O fato de que a população barreirense não conhece os sinais e sintomas da hanseníase pode ser estendido à população brasileira como um todo, por meio da analise do gráfico disponível no relatório do Telehansen (2001), que revela que a maioria das pessoas procuradoras do serviço de informação sobre hanseníase estão interessadas em saber sobre os sintomas da doença. (Gráfico 2)

 

      Gráfico 2 (Fonte: Telehansen 2001 – Relatório de ligações)


A professora da Universidade de Brasília (UnB), Maria Bernadete Moreira,    acredita que a  substituição da palavra “lepra” para “hanseníase”, ocorrida na década de 70, foi algo primordial para disseminação do conceito da doença, bem como para a diminuição do preconceito social, afirmando que hoje em dia muitos não se lembram mais do “antigo” nome da patologia.  (RIBEIRO, 2005)                                                       

“...muitas pessoas hoje nem sequer têm conhecimento da palavra "lepra" e do que ela significava em termos de preconceito. Não sabem, por exemplo, que até meados do século passado seus       portadores eram obrigados a internações em leprosários, e as portas da sociedade se fechavam para elas.” (MOREIRA 2005   apud RIBEIRO 2005)


No entanto, a informação de que existe uma patologia que durante muitos anos foi denominada por lepra e que hoje em dia é chamada de hanseníase se manteve “ativa”, de maneira que os entrevistados, ao responderem os questionamentos, sempre correlacionavam os nomes “hanseníase” e “lepra” para determinarem suas respostas.

FROST (2003), através de um trabalho sobre a avaliação da campanha de mídia para eliminação de hanseníase no Brasil, constatou que a informação a respeito dos sinais e sintomas é de fácil recordação uma vez que, das 74% das pessoas expostas aos anúncios de prevenção da hanseníase (o estudo foi realizado com 1000 pessoas), lembravam-se das mensagens principais da campanha que, a saber, uma delas foi: manchas na pele, falta de sensibilidade e dormência como sinais de hanseníase.

Os mecanismos de veiculação de informação a respeito da hanseníase que são acessíveis à população barreirense não foram determinados, uma vez que, no questionário não constou nenhuma pergunta direcionada ao instrumento informativo mais utilizado pelos entrevistados, não permitindo assim, uma definição mais coesa dos meios que a sociedade estudada utiliza para se manter ciente dos acontecimentos e descobertas cientificas, bem como dos tratamentos médicos disponibilizados atualmente.

No entanto, o relatório do Telehansen (2004) revela que a maioria da população brasileira, que procura o serviço de informação sobre hanseníase são pessoas alcançadas por meio de cartaz como forma de mídia. (ver gráfico 3)

 

Gráfico 3 (Fonte: Telehansen 2004 - Relatórios de ligações)



Ainda, um requisito levantado na pesquisa foi o estigma gerado em torno da doença, o qual não foi comprovado entre os barreirenses uma vez que 67% deles afirmam que não haveria problema algum em conviver normalmente com um portador de hanseníase. Dos entrevistados, essa razão veio acompanhada pela declaração da maioria, consolidando que a hanseníase tem cura.

"O acolhimento social mudou, e hoje ela (a hanseniase) é tratada em casas de saúde. Seus portadores não se escondem mais, como      antigamente, para fugirem do PRECONCEITO...”. (Moreira 2005 apud Ribeiro 2005)

Diante do reconhecimento social da hanseníase como doença que não apresenta alto grau de “periculosidade”, e havendo abstenção do preconceito, o estudo ainda permitiu verificar que a procura espontânea pelos postos de saúde que assistem casos dessa doença é uma realidade barreirense. Muitos dos entrevistados afirmaram que, se tendo o conhecimento, percebessem algum sinal (ou até mesmo sintoma) da hanseníase procurariam voluntariamente e imediatamente ajuda.



Considerações Finais

O trabalho desenvolvido alcançou o seu objetivo principal que era verificar se a população barreirense estava informada sobre a hanseníase. Os resultados apresentados possibilitaram concluir que a população-alvo está satisfatoriamente informada, sabendo que a hanseníase é uma doença, e que seu tratamento é gratuito, apesar de não saberem os seus respectivos sinais e sintomas. O preconceito que é gerado em torno dessa doença não foi confirmado pelo grupo estudado, o que demonstra que mais um paradigma está sendo quebrado por conta das campanhas de saúde e informação da população.



Referências Bibliográficas

BAHIA. Anuário estatístico: Informação de saúde - dados por município. Casos notificados e coeficiente de incidência de algumas doenças transmissíveis de notificação compulsória segundo o município de residência – 25ª Diretoria Regional de Saúde, Salvador, 2001. http://www.ba.gov.br/ Acesso em 16 de novembro de 2005.

DATASUS. Informações de Saúde. Hanseníase, 2005. http://hanseniase.datasus.gov.br/cgi/deftohtm.exe?hans/hanswba.htm (acesso em 17 de novembro de 2005)

FROST, Lizz. Fundação Mundial do Serviço da BBC. Avaliação da campanha de mídia para eliminação da hanseníase do Brasil, 2003 http://www.opas.org.br/prevenção/site/temas.cfm?id=52&Area=Documentos-22k (acesso em 14 de novembro de 2005)

FARIAS, L.R..  Hanseníase. Hospital Universitário Professor Alberto Antunes
. http://www.hu.ufal.br/saudenamidiaconteudo.php?codigo=105 (acesso 05 de abril de 2006)

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IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Cidades. Informações estatísticas, 2005. http://www.ibge.com.br/cidadesat/default.php  (acesso em 17 de novembro de 2005)

MINISTERIO DA SAÚDE. Cadernos de atenção básica Nº 10. Guia para controle de Haseníase. Brasília , 2002.

MORHAN, Movimento de Reintegração das pessoas atingidas pela hanseníase. Hanseníase, outubro de 2005  http://64.233.161.104/search?q=cache:Ghel9CINBfQJ:www.morhan.org.br/+MORHAN&hl=pt-BR (acesso em 10 de novembro de 2005)

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PEREIRA, Gerson Fernandes Mendes. Cadernos de atenção básica nº 10. Guia para controle da Hanseníase. Ministério da Saúde; Brasília, 2002.

RIBEIRO, S. Pesquisadora afirma que mudança de nome reduziu preconceito contra hanseníase. Ultimo Segundo.31 de dezembro de 2005. http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/brasil/2227501-2228000/2227776/2227776_1.xml (acesso em 05 de maio de 2006)

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Obs:

- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo são de seus autores.

- Publicado em 26/06/06.

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