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Terapia da Caixa-Espelho com David Butler Imprimir E-mail
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Confira o vídeo do Youtube de David Butler:

 

Re-ensinando a cérebro a sentir. A terapia da caixa com espelho e o remapeamento cortical.

A dor fantasma pode ser tratada farmacologicamente com diferentes drogas. Como o Luiz já havia mencionando, a prescrição de antidepressivos é uma das alternativas para lidar com este problema. Mas como também apontado pelo Bertoni, existem limitações com estas técnicas.

Terapias não farmacológicas podem também ser utilizadas para o tratamento deste transtorno. Dentre elas, a técnica da TERAPIA DA CAIXA DE ESPELHO, desenvolvida pelo neurologista indiano radicado nos Estados Unidos Vilayanur Ramachandran (1) tem apresentado bons resultados.

A técnica envolve uma caixa com dois compartimentos dividida ao meio por um espelho. O paciente pode apenas ver uma das metades da caixa. Digamos que um paciente perdeu uma de suas mãos. Neste caso, o paciente deve colocar a sua mão "boa" dentro do compartimento da caixa que ele pode ver. Deve também colocar sua "mão fantasma" (neste caso pode-se colocar uma prótese) no outro compartimento da caixa.
O paciente deve sempre manter sua cabeça voltada para o compartimento da caixa onde está a sua mão "boa" de forma que ele sempre vê o reflexo desta mão no espelho deste compartimento. Como existe um espelho, o paciente, além da sua mão " boa" irá ver também refletida no espelho uma outra mão.

Em seguida, pede-se que o paciente faça movimentos simétricos com suas mãos e fique observando o comportamento da imagem de sua mão "boa" refletida no espelho. Durante estes exercícios, o paciente é encorajado a pensar que está movimentando o membro que foi amputado. O propósito desta técnica é dar feedbacks visuais precisos, mas falsos, ao cérebro, da atividade da mão que não existe.

Nesse sentido, o espelho simula o comportamento da mão fantasma, provavelmente levando o cérebro a "acreditar" que a mão amputada realmente existe.
Para a maioria dos pacientes, exercitar sua mão nesta caixa de espelho leva, gradativamente à percepção de movimento do membro fantasma concomitantemente com a redução da dor deste membro. Este efeito provavelmente está relacionado como fato do cérebro acreditar que a mão amputada realmente existe, facilitando o processo de remapeamento de forma mais precisa do seu córtex sensório-motor relacionado com o membro amputado.

Comentários 

 
0 #1 Ester anastácio 07-12-2014 19:14
é bastante interessante está terapia da caixa de espelho, na reprogramação neurosensórial e também a possibilidade de utilizar em doenças psiquiatria
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