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Influence of Physical Therapy in the Prevention of Falls in Elderly

 

Trabalho realizado por:

Mayara Oliveira da Silva.

Graduada em Fisioterapia pelo Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo.

Contato: may_ods@hotmail.com

Fabiano Moura Dias.

Graduado em Fisioterapia pela Universidade Católica de Petrópolis (2001), especialista em Fisioterapia Neurofuncional  e em Terapias Manuais. Atualmente é docente do Centro Universitário São Camilo – Espírito Santo.

Contato: fabianodias@saocamilo-es.br

 

Resumo

Introdução: O envelhecimento é um acontecimento natural que sucede em nosso corpo, passamos constantemente por esse processo de envelhecimento, no qual ocorrem mudanças fisiológicas, anatômicas e psicológicas. Segundo a OMS (2002), o número de indivíduos com mais de 65 anos vai duplicar nas próximas cinco décadas, o que levará a que as doenças associadas ao envelhecimento assumam proporções importantes.

Materiais e Métodos: A presente pesquisa descritiva será realizada através de revisões bibliográficas.

Resultados e Discussão: “As quedas são uma ameaça real à capacidade de viver de modo autônomo e constituem um problema sério de Saúde Pública, cujo peso socioeconômico tem acompanhado o aumento da população idosa. A prevenção de quedas de acordo com Freitas et.al (2006) podem ser realizadas com medidas como: avaliação de riscos domésticos, revisão recorrente de medicamentos, recuperar a confiança do paciente, exercícios para melhorar equilíbrio, marcha e fortalecimento muscular. Devido a todos esses fatores falados acima, este trabalho tem como finalidade verificar a influência que a fisioterapia pode proporcionar na prevenção e redução de quedas dos idosos, para oferecer uma melhor qualidade de vida.

Conclusão: A fisioterapia pode atuar de forma significativa melhorando sua capacidade de resistir à ameaças ao seu equilíbrio, acelerando o seu processo de recuperação, estimulando a sua independência e evitando as complicações recorrentes a queda.


Palavras – chave:
saúde do idoso, fisioterapia em idosos, quedas em idosos e envelhecimento.


Abstract


Introduction: Aging is a natural event that happens in our body are constantly going through this process of aging, physiological changes occur in which, anatomical and psychological. According to WHO (2002), the number of individuals over age 65 will double over the next five decades, leading to the diseases associated with aging assume major proportions.

Materials and Methods: This descriptive study will be conducted through literature reviews.

Results and Discussion: "The falls are a real threat to the ability to live autonomously and are a serious problem of public health, socioeconomic burden which has accompanied the increasing elderly population. The prevention of falls according to Freitas et.al (2006) can be conducted with measures such as risk assessment domestic applicant review of drugs to restore the confidence of the patient exercises to improve balance, gait and muscle strengthening. Due to these factors spoken above, this work aims to investigate the influence that physical therapy can provide prevention and reduction of falls among the elderly, to offer a better quality of life.

Conclusion: Physical therapy can act significantly improving its ability to withstand threats to their balance, accelerating your recovery process, encouraging their independence and preventing complications applicants fall.

Keywords: elderly health care, physical therapy in the elderly, falls in the elderly and aging

 

Introdução

“O número de idosos vem crescendo nos últimos anos, principalmente nos países em desenvolvimento, como é o caso do Brasil” (LIMA; PACE, 2007). De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), são considerados idosos todos os indivíduos com idade igual ou superior a 60 anos.

Segundo a OMS (2002), o número de indivíduos com mais de 65 anos vai duplicar nas próximas cinco décadas, o que levará a que as doenças associadas ao envelhecimento assumam proporções importantes.

O envelhecimento é um acontecimento natural que sucede em nosso corpo, no qual ocorrem mudanças fisiológicas, anatômicas e psicológicas. Essas mudanças alteram a funcionalidade do nosso corpo, nos deixando mais susceptíveis a adquirir algumas doenças (ZINNI; PUSSI, 2004)

Entre as doenças que atingem os idosos estão às infecções, devido à carência da imunidade e o declínio das funções fisiológicas; problemas cardíacos, as artérias diminuem sua elasticidade favorecendo o aumento da pressão arterial; problemas neurológicos, como Parkinson e Alzheimer, osteoporose, labirintite, problema visual, afetam o equilíbrio gerando quedas (FREITAS et al., 2006)

Outro fator de risco muito presente no envelhecimento são as quedas, de acordo com Zinni e Pussi (2004) as causas de uma queda podem ser de natureza intrínseca (relacionada com o indivíduo), tais como, fraqueza nos membros inferiores, desequilíbrio, demência, uso de alguns medicamentos e depressão, ou extrínseca (que é relacionada com o ambiente), como: presença de móveis instáveis, tapetes avulsos, prateleiras de difícil alcance, presença de animais domésticos pela casa, cadeiras e vasos sanitários baixos.

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) comprovam que as pessoas que sofrem mais acidentes dentro de casa são os idosos. No Brasil há aproximadamente 17 milhões de pessoas acima dos 60 anos e, dessa faixa etária, 5,5 milhões já caíram uma vez, no período de um ano, dentro da própria moradia.

Alguns fatores que estão ligados as quedas de idosos são: fraqueza muscular, por causa do desuso que pode ser causado por falta de exercícios e com isso ocorrer a hipotrofia muscular; alteração da marcha, dos sistemas sensoriais, do equilíbrio, imobilidade,  o medo de nova queda, doença neurológicas, diminuição dos reflexos.

De acordo com Ricci, Gazzola, Coimbra (2009) “Os sistemas sensoriais (visual, somato-sensitivo e vestibular) são responsáveis pelo início do processo de construção do equilíbrio corporal humano”. As alterações que ocorrem nesses sistemas, durante o processo de envelhecimento, tende a gerar perda de equilíbrio e portanto as quedas.

As informações visuais mostram a localização e a distância dos objetos no ambiente; alterações no sistema somato – sensitivo, levam a perda de informações em relação ao movimento do corpo (em relação a superfície de sustentação) e ao movimento dos segmentos corporais ente si; alterações no sistema vestibular afetam as sensações de equilíbrio estático e dinâmico.

As principais complicações decorrentes das quedas são fraturas, principalmente do fêmur, vértebras, colo do fêmur e úmero, medo de novas quedas, redução nas atividades e na independência, traumatismo craniano, cortes, depressão, decúbito de longa duração e óbito (FREITAS et al. 2006).

Devido a todos esses fatores falados acima, este trabalho tem como finalidade verificar a influência que a fisioterapia pode proporcionar na prevenção e redução de quedas dos idosos, para oferecer uma melhor qualidade de vida.


Materiais e Métodos

Este estudo constitui em uma revisão bibliográfica sobre a influência da fisioterapia na prevenção de quedas nos idosos. No qual os dados foram obtidos por meio de busca em bancos de dados do Scielo, Bireme, FisioWeb, livros do acervo da biblioteca do Centro Universitário São Camilo – ES, sendo que a busca em artigos limitou-se entre os anos de 2000-2009 no idioma português. Foram utilizadas nas buscas as seguintes palavras chaves “saúde do idoso”, “fisioterapia em idosos”, “quedas em idosos” e “envelhecimento”.

O levantamento bibliográfico iniciou - se em fevereiro de 2010 e teve fim no mês de Novembro de 2010.


Resultado e Discussão

“As quedas são uma ameaça real à capacidade de viver de modo autônomo e constituem um problema sério de Saúde Pública, cujo peso socioeconômico tem acompanhado o aumento da população idosa.” (LUZIO et al, 2003.)

Segundo Fabrício, Rodrigues e Costa Junior (2004) todos os indivíduos estão sujeitos a cair, porém para pessoas idosas as quedas representam significado relevante, pois pode levar a incapacidade e até a morte.

Devido ao envelhecimento ocorrem mudanças  no organismo, tais como: diminuição da força muscular e flexibilidade muscular ; alterações neurológicas que tornam  os reflexos mais lentos; alterações da sensibilidade, do cognitiva fazendo com que este não consiga realizar duas coisas ao mesmo tempo e na coordenação motora tornando os movimentos mais lentos (LUZIO et al. 2003)

A prevenção de quedas de acordo com Freitas et.al (2006) podem ser realizadas com medidas como: avaliação de riscos domésticos, revisão recorrente de medicamentos, recuperar a confiança do paciente, exercícios para melhorar equilíbrio, marcha e fortalecimento muscular.

Segundo  Netto (2002) devem ser adotadas medidas de prevenção de quedas dentro de casa  como não encerar pisos, retirar tapetes soltos, deixar o caminho livre sem objetos, colocar iluminação adequada durante a noite, pois os idosos podem escorregar ou tropeçar, ter escadas com corrimão, colocar barras de apoio em chuveiro e ao redor do vaso sanitário e com isso dar apoio e maior independência. Evitar cadeiras e vasos sanitários baixos pois na hora de sentar não precisarão se abaixar tanto, com isso se desequilibrando e podendo vir a cair. Ao guardar  itens em armários deixar ao alcance dos idosos evitando que subam em objetos para conseguir alcançar o que querem, tendo o risco de perder o equilíbrio ocorrendo a queda.

É importante sempre estar verificando com especialista se o medicamento atual pode ser substituído por outro que traga menos malefícios, pois, o uso de medicamentos é um dos fatores de risco de quedas, alguns medicamentos provocam sonolência, alteram a tonicidade muscular e equilíbrio (HAMRA, RIBEIRO, MIGUEL, 2007).

Zini e Pussi (2004) fala que  é importante reestabelecer  a auto – confiança do idoso, para que se possa diminuir o medo de quedas e o de não conseguir  levantar – se.

Deve – se fazer uma avaliação detalhada principalmente do sistema músculo –esquelética, tais como, força muscular, tônus muscular, trofismo muscular, amplitude de movimento, o tipo de marcha, equilíbrio, deformidades (pé cavo ou plano, hálux rígido, dedos em garra, hálux valgo), postura e dor (NETTO, 2007, pg.346).

O Fisioterapeuta é um profissional que possui habilidades com o objetivo de preservar, manter (forma preventiva), desenvolver ou restaurar (reabilitação) a integridade de órgãos, sistema ou função” (CREFITO).

A fisioterapia pode intervir ainda com exercícios de equilíbrio em superfícies estáveis e instáveis, no qual, o paciente ficara em pé com apoio bilateral, fazendo  descarga de peso para frente e para trás, de um lado para o outro e progredir com mesmo exercício, porém com apoio unipodal, (KISNER E COLBY, 2005).

Em treino de marcha pode ser realizado elaboração de circuitos com obstáculos no caminho, solicitar ao idoso que ande em linha reta e na pista proprioceptiva, demarcar com fita adesiva onde o idoso deve pisar, com o objetivo de reeducar a passada deixando os passos mais longos e altos, (LUZIO et al, 2003). Fortalecimento muscular com exercícios dando ênfase em membros inferiores, nos movimentos de abdução e adução, flexão e extensão  de quadril e joelho, com uso de caneleiras e thera-band, (COLBY E KISNER, 2005).  Incentivar a realizar as atividades de vida diária (AVD) e estimular a independência, através de exercícios como: Sentar e levantar de uma cadeira, fazer transferências, apanhar objetos no chão, pentear o cabelo, realizar a higiene corporal, orientações para atividade diversas por meio de convívio social (FREITAS et al. 2006).

No estudo de Guimarães et al. (2004) em que se compara a probabilidade de quedas em idosos que fazem atividade física e os que são sedentários:Esses foram divididos em dois grupos, sendo um grupo composto por 20 idosos que praticam atividades física e outro composto por 20 idosos sedentários. Para avaliação  da mobilidade funcional foi utilizado o teste "Time Up & Go" (TUG), uma cadeira, um cronômetro, fita métrica e uma ficha para anotações dos dados, sendo que o teste é mensurado em segundos e avaliado o tempo em que o idoso gasta para levantar da cadeira ,andar uns três metros, voltar em direção a cadeira e sentar.

A realização do teste em menos de 10 segundos representa um baixo risco de quedas, de 10 a 20 segundos um médio risco de quedas e acima de 20 segundos um alto risco de quedas. Os resultados obtidos na pesquisa no grupo 1 foram de 95% de baixo risco de quedas e de 5% de médio risco de quedas não tendo nenhum com alto risco de quedas, já no grupo 2 os idosos com médio risco de quedas representa  80%, 15% com baixo risco de quedas e 5% com alto risco de quedas. Com este estudo concluiu – se que a prática de atividade física regular é uma forma de prevenir quedas em pessoas idosas.

Já no estudo em que Guimarães et.al.(2004) avalia a capacidade funcional dos idosos em tratamento fisioterapêutico, foi  utilizado 40 idosos, de ambos os sexos, selecionados na clinica escola do Unilavras, sendo 21 na área da neurologia e 19 na de ortopedia.Usou –se o índice de Katz para avaliar a capacidade funcional em relação à realização das atividades básicas de vida diária composta de 6 atividades (banhar-se, vestir–se, usar o banheiro, transferir–se, ter continência e alimenta-se ).

Cada item do método da avaliação seguiu um escore de 0 a 3, representando o nível de dependência e independência do individuo, com 0 significando independência completa,1 necessidade de ajuda, 2 assistência humana e 3 completa dependência.

O estudo mostra que a maioria dos idosos apresentaram independência para realizar sua atividades, só os idosos da neurologia apresentaram dependência completa devido as alterações neurológicas. as atividades em que tiveram mais dependência foram as de  banhar - se, vestir - se e transferir – se em ambos os grupos.concluiu –se por tanto que os idosos com problemas neurológicos apresentam menor capacidade funcional do que os que possuem problemas ortopédicos, tendo assim uma maior dependência durante suas atividades.

“[...] embora muito possa ser feito para reduzir o risco de quedas em população e indivíduos, não é possível prevenir todas as quedas [...]” (FREITAS et al. 2006)


Conclusão

De acordo  com os dados encontrados durante a pesquisa constatou – se que as quedas podem ocasionar sérias complicações para os idosos, e as vezes podem ser irreparáveis.

Com isso a fisioterapia pode atuar de forma significativa melhorando sua capacidade de resistir à ameaças ao seu equilíbrio, acelerando o seu processo de recuperação, estimulando a sua independência e evitando as complicações recorrentes a queda.



Referências

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Obs:

- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo são de seus autores.

- Publicado em 06/05/2011.


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