gototopgototop

Referência em Fisioterapia na Internet

Referência em Fisioterapia na Internet

Buscador - Artigos

Publicidade

Banner
Banner
Banner
Banner
Beneficios da Hidrocinesioterapia na Osteoartrose de Joelho E-mail
Avaliação do Usuário: / 4
PiorMelhor 

 

Benefits of hydrotherapy in knee osteoarthritis

 

Trabalho realizado por:

Ludielly Paula da Silva.

Graduanda em Fisioterapia da Universidade Paulista, Campus Flamboyant Goiânia – GO.

Contato: ludiellypaula@hotmail.com

 

Orientadores:

Xisto Sena Passos.

Professor Doutor Medicina Tropical, professor titular do curso de Fisioterapia, Campus Flamboyant, Goiânia – GO.

Contato: xisto.sena@gmail.com

Dayanna Ferreira de Souza Marin.

Professora Especialista Latu Senso em Fisioterapia Traumato-Ortopedica pelo Núcleo Integrado de Reabilitação e Educação (NIRE) e em Docência Universitária pela Universidade Estadual de Goiás (UEG/ESEFFEGO), professora titular auxiliar do curso de Fisioterapia da Universidade Paulista, Campus Flamboyant, Goiânia-GO.

 

Resumo

Este estudo surgiu a partir da importância da hidroterapia no tratamento de osteoartrose de joelho, já que se trata de uma patologia que é sem dúvida uma das patologias que mais acometem o sistema músculo-esquelético. Os joelhos são as articulações mais afetadas por injúrias, por se tratar de uma articulação de movimentos (andar, correr, agachar, sentar), é uma articulação que recebe peso de carga constantemente, mantendo a estabilidade da posição bípede do homem quando estático, por isso é considerada a principal articulação de carga do membro inferior. A seleção de um programa de hidrocinesioterapia tem por objetivos diminuir a dor; fortalecer a musculatura; ganhar de amplitude articular de movimento; diminuir a sobrecarga na articulação; através dos benefícios gerados pelas propriedades físicas da água que proporcionam um meio de mais facilidade de execução dos exercícios trazendo grandes benefícios, também centralizado na capacidade funcional e não somente nos sintomas, visando também normalização e otimização das AVD’s, além do aumento no nível de atividades físico diária e a melhora do condicionamento físico.

Descritores: Osteoartrose, Hidroterapia, Hidrocinesioterapia.

Abstract

This work arose from the importance of hydrotherapy in the treatment of osteoarthritis of the knee, since it is a condition which is undoubtedly one of the diseases that most affect the musculoskeletal system. The knees are the joints most affected by injuries, because it is an articulation of movements (walking, running, squatting, sitting), is a joint that receives cargo weight constantly, maintaining the stability of bipedal man's position when static, so it is considered the main load joint lower limb. The selection of a hydrotherapy program aims to decrease pain; muscle strengthening; gain range of motion; decreased burden in the joint; the benefits generated by the physical properties of water that provide a means of easier to perform the exercises bringing great zalso aiming at standardization and optimization of ADLs, besides the increase in the level of daily physical activity and improving physical conditioning.

Descriptors: Osteoarthritis, Hydrotherapy, Hydrokinesiotherapy.


Introdução

A osteoartrose se trata de uma patologia crônica, caracterizada pela degradação da cartilagem, causando sérios danos à articulação e seus tecidos envoltos. A dor e a rigidez causam a redução de capacidade funcional dos indivíduos afetados. A idade avançada, e o sobrepeso sobre a articulação, são fatores que predispõem seu surgimento, pois geram uma alteração da fisiologia e da biomecânica da articulação envolvida, proporcionando grandes prejuízos às atividades de vida diária do individuo.

É definida como uma patologia de causas multifatoriais, nos quais o mecanismo de instalação se dá pela aplicação de cargas excessivas de maneira errada ou/e pela degeneração da cartilagem articular.

A fisioterapia aquática é considerada uma das principais intervenções fisioterapêuticas no tratamento da osteoartrose. As propriedades físicas e fisiológicas da água permitem a realização de exercícios cinesioterapêuticos de reabilitação e prevenção de alterações funcionais. Facilitando a execução dos exercícios, dificilmente executados em solo que gera uma sobrecarga maior na articulação e que, associados à maior amplitude de movimento e à temperatura elevada da água, aumentam a mobilidade e amplitude articular.

O objetivo deste estudo é analisar os benefícios da hidroterapia no tratamento da osteoartrose de joelho, mediante a investigação da melhora da capacidade funcional, da dor e da qualidade de vida dos pacientes submetidos a esta terapia.


Revisão de Literatura

Tratou-se de uma pesquisa bibliográfica, de natureza narrativa. A busca bibliográfica foi desenvolvida na base de dados eletrônica Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), na Scientific Electronic Library Online (SCIELO), Bireme e no buscador Google. Os artigos científicos pesquisados datam do ano de 2009 a 2013. Como critérios de busca, utilizaram-se descritores tais como, doença articular degenerativa, fisioterapia, na osteoartrose, hidroterapia, fisioterapia motora, dentre outras. Os critérios de inclusão foram: artigos na íntegra, disponibilidade do texto completo em suporte eletrônico, publicação em periódicos nacional e internacional. Os critérios de exclusão foram: artigos fora do período estipulado e anais de congressos ou conferências.

A osteoartrose é uma patologia que acomete principalmente a articulação do joelho, que sofre grande descarga de peso, trata-se de uma doença articular crônica degenerativa que se caracteriza pelo desgaste da cartilagem articular, pela dor, rigidez matinal, crepitações ósseas, atrofia muscular e sua imagem ao RX é identificada uma diminuição do espaço intra-articular, com formações de osteófitos, esclerose do osso subcondral e formação de cistos ósseos.

Quanto à sua evolução, tem se usado a escala de Kellgren e Lawrence (1957), que considera os seguintes graus para osteoartrose de joelho, sendo grau 0 ausência de características da patologia, grau 1 pequenos osteófitos de significado duvidoso, grau 2 osteófitos definidos mas sem diminuição do espaço articular, grau 3 diminuição moderada do espaço articular e o grau 4 redução extensa do espaço articular com esclerose do osso subcondral.

A dor é o principal fator limitante, causando diminuição da amplitude articular, deformidades nos estágios mais avançados, tornando o individuo limitado em suas funções. O seu tratamento é primariamente analgésico, com melhora da mobilidade articular, e retardo da progressão da patologia, evitando incapacidades funcionais, gerando uma melhora da qualidade de vida do individuo.


Incidência

Sua incidência aumenta significantemente com a idade, afetando cerca de 20% da população aos 45 anos. Acima dos oitenta anos a chance do individuo desenvolver a doença em pelo menos uma articulação aumenta, sem necessariamente desencadear os sintomas. Estima-se que 44% a 70% das pessoas com mais de 55 anos evidenciam em seu RX sinais da patologia, aumentando esse número para os 85% quando se tem mais de 75 anos. A idade mais comum para o aparecimento da osteoartrose esta entre os 50 e 60 anos, mas só parte da população afetada inicia com os sintomas.

A Organização Mundial de Saúde estima que haja 10% da população mundial esta com osteoartrose de joelho com idade superior a 60 anos, sendo que 80% da população apresentam restrições de movimentos e 25% com limitações funcionais para execução de atividades diárias.


Primeiros Sintomas

Os primeiros sintomas da osteoartrose de joelho são a dor articular com duração e intensidade de acordo com a evolução do quadro patológico, rigidez matinal, crepitações óssea, perda da função física da articulação, edema, frouxidão ligamentar, diminuição ou perda da amplitude de movimento, contratura capsular e perda da força muscular dos músculos principais do joelho. Esses sintomas desencadeiam dificuldade para marcha conseqüentemente, espasmos musculares e fibrose capsular, com diminuição da propriocepção e equilíbrio, tornando articulação instável.

A dor predominantemente tem um início progressivo, aumentando quando a articulação vem sofrendo uma sobrecarga maior e é solicitado mais estabilidade articular. Geralmente, dependendo do estado de evolução da patologia ocorre dor também no repouso.


Fatores de Risco

A idade do individuo se torna um fator determinante para o seu surgimento. O envelhecimento do corpo humano tende a aumentar o seu tecido gorduroso, com diminuição progressiva de força muscular, diminuição da força de contração das fibras musculares, diminuição da força dos ligamentos e tendões e perda da aptidão física e esses fatores combinados geram um grande estresse articular. A obesidade é outro fator importante para o surgimento da doença, gerando um aumento da sobrecarga na articulação.

Os riscos da patologia podem ser classificados como sistemáticos, incluindo, idade, sexo, etnias, genética, densidade óssea e hormônios. Além dos fatores biomecânicos, que são as atividades físicas, obesidade, fraqueza muscular.


Classificação

Fundamentalmente existem dois tipos de classificação, levando em conta sua etiologia, é qualificada em primária, quando não existe uma causa conhecida ou aparente que possa ter desencadeado a patologia, ou secundária, quando a doença surge por fatores conhecidos e determinados de acordo com os fatores que predispõem ao surgimento da patologia. Tanto na primaria como na secundaria o processo de evolução se torna praticamente o mesmo, sua cartilagem é o tecido que sofre maiores alterações, perdendo sua homogeneidade, que se rompe gerando fragmentos e fissuras. Na fase final do avanço da patologia não se observa mais nenhuma cartilagem restante deixando o osso subcondral exposto.


Fisioterapia aquática (Hidrocinesioterapia)

A hidroterapia é uma reabilitação ou prevenção de alterações funcionais, onde se utilizam os efeitos fisiológicos e físicos vindos da imersão na água aquecida. Fundamentados na hidrodinâmica, hidrostática e termodinâmica, utilizando-se a água para a recuperação das disfunções e para a facilitação do movimento.

Segundo Kisner (2009) o exercício aquático é um meio que facilita a recuperação funcional, proporcionando um ambiente que aumente a habilidade do paciente de realizar suas amplitudes de movimentos e AVD’s. Facilitando os exercícios articulares em uma amplitude de movimento maior; iniciando um treinamento resistido mais precocemente; facilita atividades com descarga de peso; facilita os exercícios cardiovasculares; minimizar os riscos de lesões, proporcionarem um relaxamento; iniciando com atividades funcionais submerso na água.

A hidroterapia proporciona um relaxamento muscular, devido ao aquecimento da água em conjunto com a flutuação. O aumento da circulação periférica faz com que ocorra a diminuição do espasmo muscular, e por conseqüência, a diminuição da dor. As terminações nervosas cutâneas e os receptores de temperatura, tato e pressão são ativados pelo contato com a água proporcionando a diminuição da percepção da dor quando o corpo se encontra imerso, através do efeito das comportas da dor.

Seus efeitos terapêuticos são de muita importância no tratamento hidrocinesioterapêutico, gerando uma diminuição de contraturas musculares pelo aquecimento da água, diminuição do espasmo muscular, preparando o tecido conjuntivo para o alongamento, aumento da nutrição articular proporcionado pelo aumento do movimento dos fluidos na articulação e remoção de metabólitos; aumento da amplitude articular de movimento gerado pelo efeito da flutuação, fortalecimento muscular pela resistência criada d’água, melhoras nas atividades funcionais, propriocepção; melhora do equilíbrio, coordenação e postura.

Com a flutuação, ocorre a diminuição da sobrecarga melhorando uma ação equilibrada dos músculos envoltos na articulação, melhorando os movimentos, facilitando a realização de exercícios que em solo causariam maior dificuldade e dor. Com essa articulação menos sobrecarregada e possível aumentar a resistência durante o movimento com algum dispositivo auxiliar, gerando uma melhora do condicionamento muscular sem risco de lesões por sobrecarga.

O aquecimento corporal é essencial antes que se comece o trabalho físico, permitindo ao corpo que se ajuste para dar início aos exercícios. No aquecimento são realizados exercícios gerais com amplitude de movimentos, preparando a musculatura para ser alongada, aumentando sua temperatura, evitando assim fadigas musculares e os risco de lesões.

Dando início aos exercícios de alongamento que são bem mais tolerados em imersão do que em solo, devido os efeitos de relaxamento proporcionado pelo aquecimento da água, que gera o aquecimento dos tecidos muscular e conjuntivo facilitando o posicionamento dos alongamentos e aumentando a amplitude articular do movimento, diminuindo o risco de lesões musculares e evitando rigidez articular.

O fortalecimento em imersão pode ser iniciado precocemente com mais segurança do que em solo, proporcionando uma resistência tridimensional, e reduzindo a compressão articular. Pode ser realizado através da própria resistência da água ou com algum equipamento aquático.

A água gera um ótimo meio para gerar bons resultados nos exercícios de fortalecimento, gerando uma maior resistência, ao mesmo tempo dando apoio as estruturas em seu restabelecimento. O fortalecimento muscular é essencial na recuperação de uma patologia, melhora a execução de movimentos que seriam mais difíceis de serem realizados em solo, melhorando o seu condicionamento, e estabilizando articulações.

O equilíbrio em imersão é o ponto de partida para um movimento controlado na água. Compreender os mecanismos do equilíbrio e as forças que agem é importante para elaborar o inicio de um movimento suave e preciso. Apesar do potencial de desequilíbrio ser muito maior no meio aquoso, várias posturas oferece equilíbrio. Um corpo que esta em equilíbrio quando diversas forças agem em direções opostas e se anulam. O treino de equilíbrio na água oferece varias possibilidades de progressão, através da diminuição do nível de imersão do corpo na água, o que reduz a porcentagem do peso corporal, sustentado pela flutuação, ou pela turbulência.


Discussão

Em estudo realizado por Felipe e Zimmermann (2001), foi constatado que a osteoartrose é uma patologia de grande impacto social sobre a qualidade de vida do individuo, gerando custos sociais e econômicos relacionados, a dor, incapacidades funcionais, rigidez e fadiga. Como se trata de uma patologia crônica degenerativa, se estabelece um protocolo de atendimento com orientações ao paciente, analgesia, prevenção de limitações funcionais e melhora da qualidade de vida. Segundo Santos (2011), sua evolução leva o idoso a uma dependência e incapacidades, por apresentar diminuição das amplitudes de movimento articular, perda de força muscular e outros acometimentos. O tornando mais dependente do próximo, gerando gastos ao sistema único de saúde, com casos de invalidez e aposentadorias precoces, gerando uma importante diminuição da qualidade de vida desde individuo.

Em relação à análise de exercícios de fortalecimento Cunha (2012), relatou que estes são indicados para proporcionar uma maior estabilização da musculatura periarticular, proporcionando uma maior estabilidade e nutrição articular, mas em contra partida, o exercício de fortalecimento é visto como uma forma insegura de atividade, por gerar impactos repetitivos causando danos as cartilagens articulares. Pereira (2010), relata que programas de exercício de fortalecimento aquático são considerados mais confortáveis e seguros, por proporcionarem uma menor sobrecarga na articulação, melhorando a força dos músculos resulta em uma melhora da capacidade funcional, gerando maior estabilidade e qualidade de vida.

Em um estudo clínico realizado por Kisner (2009), a manipulação e mobilização da articulação obtiveram maior satisfação que os exercícios ativos na melhora da função e mobilidade articular nos pacientes com osteoartrose, sendo o atendimento realizado de forma individual, e considerando sua idade, co-morbidades e mobilidade geral. Masselli (2012), em seu estudo relatou que a hidroterapia traz vários benefícios, com a diminuição da dor e capacidade funcional; sendo uma atividade bem aceita por todos os portadores da patologia, com grande número de adesão dos participantes, que pode ser realizada em grupos ou individualizada. Contribuindo para melhora da função física e capacidade aeróbica nos seus vários graus de osteoartrose.

Segundo Pinto (2013), os exercícios de hidroterapia só serão realizados em pacientes que apresentam quadro de dor severa, ou já foram feitas outras terapias alternativas e não houve sucesso do quadro de evolução do paciente. Para Barduzzi (2013), o tratamento da osteoartrose em meio aquático é essencial no protocolo de tratamento, proporcionando a redução considerável do nível da dor, melhora da amplitude de movimento da articulação, contribuindo para melhora da capacidade funcional da marcha, ainda gerando relaxamento, diminuição dos espasmos, da rigidez e edema.


Conclusão

A hidrocinesioterapia é de suma importância no protocolo de tratamento, proporcionando ao individuo vários benefícios pelo meio aquático e as propriedades da água. Causa uma melhora tanto da função física como da psicológica, ao inserir esse indíviduo na sociedade, educando sobre seu estado físico, resgatando sua melhora funcional e de suas atividades de vida diária. O principal objetivo alcançado pela hidroterapia é a analgesia, diminuição da sobrecarga da articulação, a facilitação do movimento, e o fortalecimento de suas estruturas envoltas resultando em uma articulação mais estável e retardando o curso evolutivo da patologia.

Portanto conclui-se que a hidrocinesioterapia como tratamento em pacientes com osteoartrose de joelho gera benefícios, como a analgesia, a facilitação dos movimentos, fortalecimento muscular, diminuição da descarga de peso na articulação, diminuição de rigidez articular, relaxamento e melhora da capacidade funcional.


Referências

1. Sackser J, Vargas TC de, Oliveira AL. Avaliação da dor e capacidade funcional de pessoas com diagnóstico de osteoartrose de joelho do questionário algofuncional de Laquesne. Fiep Bull Spec Ed. 2014;84(2):1-7.

2. Rosis RGDM, Sergio P, Kairalla M. Osteoartrite : avaliação clínica e epidemiológica de pacientes idosos em instituição de longa permanência. Rev Bras Clin Med. 2010;8(2):101–8.

3. Nunes GS, Henrique M, Menezes FS de. Abordagem hidroterapêutica em pacientes submetidos á artroplastia total de quadril- Um estudo multicaso. Arq Ciencias Saúde UNIPAR. 2010;14(2):145–51.

4. Duarte V de S, Santos ML dos, Rodrigues K de A, Ramires JB, Areas GPT, Borges GF. Exercícios físicos e osteoartrose: uma revisão sistemática. Fisioter em Mov. 2013;26(1):193–202.

5. Zhang Y, Jordan JM. Epidemiology of Osteoarthritis. Natl Institutes Heal. 2011;26(3):355–69.

6. Azevedo PW, Brito LC do N. Efeitos da hidrocinesioterapia associada a crioterapia na gonartrose. Rev Cient América. 2012;16(1):125–36.

7. Pinto P. Intervenção da Fisioterapia em indivíduos com osteoartrose do joelho: características da prática clínica e resultados obtidos em contexto de prática clínica convencionada [Dissertação de Mestrado]. Fac Ciencias Medicas Lisboa. 2013.

8. Silva DC da, Oliveira AL. A concepção de saúde das pessoas com osteoartrose de joelho(Gonartrose) e sua correlação com os principais fatores de risco. Fiep Bull Spec Ed. 2014;84(2)1-6.

9. Barduzzi G de O, Junior PRR, Neto JC de S, Aveiro MC. Capacidade funcional de idosos com osteoartrite submetidos a fisioterapia aquática e terrestre. Fisioter em Mov. 2013;26(2):349–60.

10. Franco LR, Simão LS, Pires EDO, Guimarães EA. Influência da idade e da obesidade no diagnóstico sugestivo de artrose de joelho. ConScientice Saúde. 2009;8(1):41–6.

11. Cunha CL da. Associação da atividade física e morfológica com a incidência de dor ao nível do joelho em adultos com osteoartrose [dissertação de mestrado]. Univ Tec Lisboa. 2012.

12. Précoma jaqueline caetano. Benefícios da fisioterapia aquática em pacientes portadores da distrofia muscular de duchenne [períodico online]. Inst Bras Ter e Ensino [Internet]. 2010; Available from: http://www.ibrate.matheussolucoes.com.br/_biblioteca/Artigo Fisio.pdf.

13. Costa SB, Assis T de O. Hidrocinesioterapia como tratamento de escolha para lombalgia gestacional. Rev Tema. 2010;(9):13-14.

14. Pereira RP, Amorim VM, Sandoval RA. Eficácia da hidroterapia em mulheres com osteoartrose de joelho: Relato de casos. Rev Digit. 2010;14(142)1-15.

15. Carregaro RL, Toledo AM de. Efeitos fisiológicos e evidências cientifícas da eficácia da fisioterapia aquática. Rev Mov. 2008;1(1):23–7.

16. Norm A, Hanson B. Exercícios Aquáticos Terapêuticos. 5° ed. São Paulo: Manole; 1998.

17. Kisner C, Colby LA. Exercicios Terapeuticos Fundamentos e Tecnicas. 5° ed. book. Barueri, São Paulo: Manole; 2009.

18. Delgado CA. A Prática da Hidroginástica. 5° ed. Rio de Janeiro: Sprint; 2001.

19. Coromano FA, Filho MRFT, Candeloro JM. Efeitos fisiológicos da imersão e do exercicio na água. Rev Fisioter Bras. 2003;4(1):1–5.

20. Felipe L keylla, Zimmermann A. Doenças crõnicas degenerativas em idosos: dados fisioterapêuticos. RBPS, Fortaleza. 2011;24(3):221–7.

21. Santos FC, Souza PMR de, Neto JT, Atallah AN. Tratamento da dor associada à osteoartrose de joelho em idosos : um ensaio clínico aleatório e duplamente encoberto com o clonixinato de lisina. Rev Dor. 2011;12(1):6–14.

22. Masselli MR, Morita ÂK, Aparecida C, Pachioni S, Minonroze D. Efeitos dos exercícios aquáticos na osteoartrite do quadril ou joelho: Revisão. Colloq Vitae. 2012;4(1):53–61.

 

 

Obs:

- Todo direito e responsabilidade do conteúdo são de seus autores.

- Publicado em 28/11/2014.


Artigos Relacionados:
 
 
Joomla 1.5 Templates by Joomlashack