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Técnicas Prevalentes de Desobstrutução das Vias Aéreas em Pacientes Hipersecretivos E-mail
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Trabalho realizador por:

Fabiana Gomes Ribeiro.

Fisioterapeuta, Pós-graduanda em Traumato-Ortopedia pela Faculdade de Ensino Superior de Catalão.

Contato: biayomora@hotmail.com

 

Resumo

A principal causa da obstrução das vias aéreas talvez seja o acúmulo de secreção, provocado por agentes físicos, químicos, virais e infecciosos. A fisioterapia respiratória possui inúmeras técnicas de higiene brônquica, que tem como objetivo: descolar, deslocar e remover secreções brônquicas. Com isso objetivou-se analisar as técnicas de higiene brônquica utilizadas no tratamento respiratório, registradas por estagiários do curso de Fisioterapia, demonstrando descritivamente a quantidade de vezes que uma mesma técnica foi realizada nos atendimentos. A composição da amostra incluiu 146 prontuários que se encaixaram nos critérios de inclusão. Em uma primeira etapa os pacientes foram divididos quanto ao gênero, em sequência foi analisada quais as técnicas de higiene brônquica foram registradas nos prontuários e suas respectivas prevalências. Dos 146 pacientes, 58,9% eram do sexo feminino e 41,09% do sexo masculino. Constatou-se 11 técnicas distintas, as quais foram tapotagem (49,86%), drenagem autógena (42,23%), flutter (35,69%), vibração (35,42%), drenagem postural (16,69%), ciclo ativo da respiração (16,34%), TEFF (12,53%), vibrocompressão (8,99%), aspiração (2,99%), HUFF (1,90%) e ELTGOL (1,63%). Nota-se que a técnica clássica de tapotagem ainda possui alta repercussão como técnica de escolha de muitos profissionais, e que técnicas atuais como o ELTGOL deixam de ser utilizadas por falta de experiência ou conhecimento por parte dos terapeutas.

 

Palavras-chave: Fisioterapia Respiratória. Hipersecretividade. Higiene Brônquica.

 

1. Introdução

As vias aéreas estão susceptíveis a sofrer lesões que irão modificar sua biomecânica funcional, podendo desencadear quadros patológicos (REBELO e JUNG, 2006). Portanto, a clearance pulmonar das vias aéreas é obtida se existe boa mecânica do epitélio muco ciliar, e este é um importante meio de defesa dessas estruturas (JORISSEN et al., 2000; VAN DER SCHANS et al., 1999 apud CALSAVAVERINI, et al., 2009). Uma consequência anormal das vias aéreas é a hiper-reatividade da árvore brônquica, que leva a uma constrição da musculatura lisa brônquica e edema da parede brônquica, além da produção de secreções. Ela pode ser provocada por agentes físicos, químicos, virais e infecciosos. Pode ser encontrada na asma brônquica, na fibrose cística, na bronquite crônica, nas infecções virais, dentre outras (HUNGRIA, PALOMBINI e PEREIRA, 2002).

‘’As pneumonias representam um grave problema de saúde pública, sendo a primeira causa de morte entre doenças infecciosas e a terceira causa geral de óbitos, apesar da descoberta de novos e potentes antibióticos e de algumas formas de prevenção de pneumonias, como as vacinas’’(CONSENSO DE PNEUMOLOGIA, 2002, p.66).

Logo a fisioterapia respiratória tenta sanar as patologias hipersecretivas supondo que as técnicas de higiene brônquica, aumentam a característica visco elástica do muco, melhorando a movimentação do mesmo, para ser eliminado (KIESELMANN et al.,1998 apud MARTINS et al.,2005).

A técnica de drenagem autógena consiste em realizar as seguintes etapas: descolamento, deslocamento e remoção das secreções, direcionando a secreção para vias áreas de maior calibre para serem expectoradas. Repetidamente esta técnica é combinada com vários aspectos da técnica de ciclo ativo da respiração, incluindo a técnica de fazer expiração forçada entre diferentes níveis de inflação do pulmão (JEFFREY et al., 2003).

Mas também a tapotagem, tem por objetivo descolar o muco da parede brônquica e é realizado através da aplicação coordenada de golpes na superfície torácica (BETHELEM, 2002).

Em particular, a drenagem postural (DP) atua no transporte intencionado da secreção através da ação da gravidade (IKEA et al., 2009).

Presto e Damázio (2003), ‘’na prática, a vibração torácica também é conhecida como vibroterapia ou vibratoterapia. Alguns fisioterapeutas usam esta técnica associada à compressão torácica expiratória, denominando-a de vibrocompressão’’(p.118).

Por outro lado, o ciclo ativo da respiração é uma técnica que consta na associação de manobras desobstrutivas, padrões ventilatórios e manobras de aceleração ao fluxo expiratório. (MARINI, 1999).

Martins et al. (2006) afirma que a ELTGOL, expiração lenta com abertura da glote em uma postura lateral, é um procedimento de fisioterapia respiratória usada na remoção de secreções pulmonares e é uma técnica de fácil realização e acesso.

A técnica Huffing pode ser realizada em vários volumes pulmonares, nos baixos volumes pulmonares, move secreção das vias aéreas periféricas, enquanto no volume pulmonar elevado, o huff limpa as secreções localizadas nas vias aéreas proximais (JEFFREY, 2003).

Doutro modo o Flutter, é um recurso em que o paciente expira dentro deste, promovendo uma vibração em uma esfera de aço, em consequência gerando mudança no fluxo de ar do paciente (JEFFREY, 2003).

Por fim, a técnica de aspiração é caracterizada pela retirada do excesso de secreções dos pacientes críticos, em ventilação espontânea ou em uso de via aérea artificial, que estejam ou não, sob ventilação mecânica (WILLEMEN, 2007).

Este trabalho justifica-se pela necessidade de informar e mobilizar os acadêmicos e sociedade, sobre no que consiste as técnicas de higiene brônquica no tratamento respiratório, e através da sua prevalência, induzir a reflexão de o porquê umas são mais usuais que outras.

Diante da problemática objetivou-se com este trabalho analisar as técnicas utilizadas no tratamento respiratório, estagiários do curso de Fisioterapia, demonstrando descritivamente a quantidade de vezes que uma mesma técnica foi realizada nos atendimentos.

 

2. Metodologia

Foi realizado um estudo descritivo-analítico com abordagem quantitativa, com análise de prontuários dos pacientes submetidos à fisioterapia respiratória do ano de 2012, com diagnóstico funcional de hipersecretividade, que receberam atendimento no ambulatório do Hospital São Nicolau, situado na Rua Madre Esperança Garrido, n 63, Setor Central, Catalão-GO. Para a obtenção dos dados das fichas e prontuários foi feito um termo de autorização para análise de informações de empresa, o qual foi assinado e autorizado pelo diretor responsável ao hospital.

Os atendimentos foram realizados por estagiários do curso de fisioterapia da Faculdade de Ensino Superior de Catalão, que cursavam o sétimo período, concluindo estágio obrigatório.

Critérios utilizados para inclusão das fichas e prontuários do estudo:

- As fichas apresentarem paciente com patologias que desencadeiam hipersecretividade (Pneumonia, DPOC (doença pulmonar obstrutiva crônica), bronquite asmática, bronquite, enfisema pulmonar, asma, infecção pulmonar, queimaduras das vias áreas, gripe, pós-operatório de embolectomia, derrame pleural e bronquiectasia).

- Prontuário de tratamento que apresenta técnicas de higiene brônquica.

Os critérios de exclusão:

- Prontuário que não apresentava técnicas de tratamento em fisioterapia respiratória;

- Prontuários em que havia rejeição de tratamento;

- Patologias respiratórias que não desencadeasse processo de hipersecretividade;

- Tratamento de hipersecretividade com técnicas de expansibilidade pulmonar;

- Prontuários que não apresentavam ficha de avaliação fisioterápica acoplada ao mesmo.

Foram analisados 247 prontuários destes146 prontuários se encaixaram nos critérios de inclusão. O número de atendimentos nos prontuários foi de 367 atendimentos, do período de 02/02/2012 à 13/12/2012.

Do total de pacientes foram 86 mulheres e 60 homens. Na faixa etária predominante de acima de 50 anos. As técnicas de tratamento que foram registradas nas evoluções: flutter, tapotagem, aspiração, vibração, ciclo ativo da respiração, vibro compressão, drenagem autógena, drenagem postural, ELTGOL, técnica de expiração forçada (TEF), HUFF.

Para tabulação e análise de dados, foi utilizado o programa Microsoft Office Excel 2010, onde foi feita média dos dados para análise de resultados.

 

3. Resultados e Discussão

A presente pesquisa analisou as técnicas de higiene brônquica registradas nos prontuários e o quão foram utilizadas em patologias com diagnóstico funcional de hipersecretividade. A composição da amostra incluiu 146 prontuários, totalizando 367 atendimentos, dos quais 86 (58,9%) eram do sexo feminino e 60 (41,09%) do sexo masculino. Constatou-se 11 técnicas distintas, as quais foram tapotagem (49,86%), drenagem autógena (42,23%), flutter (35,69%), vibração (35,42%), drenagem postural (16,69%), ciclo ativo da respiração (16,34%), TEFF (12,53%), vibrocompressão (8,99%), aspiração (2,99%), HUFF (1,90%) e ELTGOL (1,63%).

 

Tabela 1- Apresentação dos 146 pacientes divididos por gênero.

Gênero

Total

Porcentagem

Feminino

86

58,90%

Masculino

60

41,09%

 

Constata-se através dos dados apresentados na tabela, que 58,9% dos pacientes são do sexo feminino. De igual modo Bernando et al. (2008) obteve que na asma teve prevalência no sexo feminino na proporção de 9/6. E também o índice no gênero feminino foi maior nos pacientes Dpocíticos na proporção de 9/1. A bronquiectasia também é considerada uma patologia hipersecretiva, a qual se manifesta por volta dos 50 anos de idade, e sua maior incidência é no sexo feminino (BOGOSSIAN, etal. 1998 apud LAMARI, et al. 2006).

Martins, Jamami, e Costa (2005) do mesmo modo constatou que nas patologias com hipersecreção brônquica, causada por bronquiectasia ou DPOC, a prevalência foi no sexo feminino e idade variando entre 55 e 74 anos. No entanto, distúrbios de hiper-reatividade brônquica em neonatos a prevalência é de 11 no sexo masculino em relação a 7 do sexo feminino, com base em Morais et al. (2009).

A segunda etapa foi enumerar as técnicas de desobstrução brônquica e suas respectivas vezes em que foram aplicadas nos pacientes pneumopatas, demonstrado na tabela 2.

Os acadêmicos registraram 11 técnicas diferentes, a tapotagem teve maior prevalência (183), logo em sequência drenagem autógena (155), flutter (131), vibração (130), drenagem postural (62), ciclo ativo da respiração (60), TEFF (46), vibrocompressão (33), aspiração (11), HUFF (7) e a de menor prevalência foi ELTGOL (6).

Por outro lado, Rebelo e Jung (2006) encontram dados que demonstram que as técnicas apresentadas e suas respectivas vezes utilizadas nos tratamentos foram: vibrocompressão (25); terapia expiratória manual passiva, TEMP, (25) aceleração do fluxo expiratório, AFE (25); expiração lenta e prolongada, ELPr ; (11) percussão (7), drenagem postural (7), ciclo ativo da respiração (3), tosse (3) e TEF (3).

Sampaio e Maia (2012) afirmam que algumas técnicas de higiene brônquica são mais utilizadas que outras, tanto pela facilidade da aplicação, quanto pela efetividade. Há uma vasta literatura sobre as técnicas, porém são estudos observacionais, logo fica divergência e a dúvida sobre a eficácia de algumas delas, por isso o uso de duas ou mais técnicas associadas.

As manobras manuais utilizadas na fisioterapia respiratória não apresentam consenso na literatura nacional e internacional, tanto na forma de aplicação das técnicas quanto na nomenclatura utilizada para cada manobra. As técnicas acabam sendo adaptadas de acordo com a preferência pessoal de cada terapeuta, muitas vezes descaracterizando a manobra originalmente descrita, isso promove dúvidas quanto a eficácia e segurança das mesmas (Sepulveda, 1998 apud Liebano et al., 2009).

Além disso, estudos recentes de Boeck et al (2008) apud Moraes et al (2009), diz que o termo fisioterapia respiratória frequentemente está associado às técnicas de tapotagem e vibração concomitantes à drenagem postural. Para evitar que haja reducionismos em relação ao termo “fisioterapia respiratória”, recomendam que se empregue a expressão “airway clearance techinques”, sempre se especificando as técnicas de fisioterapia respiratória com objetivo de desobstrução brônquica, considerando que diferentes técnicas poderão repercutir de maneiras diversas, em diferentes situações.

Por conseguinte Gomide et al. (2007) afirma que ao selecionar uma terapia de higiene brônquica os fisioterapeutas devem considerar alguns fatores fundamentais, tais como motivação e objetivos do paciente, capacidade desconcentração e facilidade de aprendizado, eficácia da técnica, trabalho respiratório necessário, necessidade de assistentes ou equipamentos, custos, vantagens da combinação dos métodos e idade do paciente.

Ainda que, a fisioterapia respiratória é sinônima de melhor qualidade de vida para pacientes fibrocísticos é uma das mais importantes ferramentas do tratamento. No entanto, é imprescindível a realização de mais estudos, especialmente em longo prazo, com realização das manobras de forma mais padronizada para realmente apontarmos os recursos fisioterapêuticos mais eficazes no tratamento desses pacientes (GOMIDE et al.,2007).

Com base em Lamari et al. (2006), a maioria dos estudos encontrados, não aponta diferenças significativas nos resultados encontrados, quando comparadas à eficácia das técnicas desobstrutivas, sugerindo que seja utilizada a técnica mais confortável ao paciente e que traga menos comprometimento social.

Ainda assim, o fisioterapeuta praticamente faz de suas mãos seu instrumento de trabalho, pensando nisso, observa-se que as técnicas manuais devem acompanhá-lo, sendo que muitas vezes, seu local de trabalho não irá disponibilizar de recursos mecânicos e/ ou instrumentais. Para que as técnicas sejam aplicadas de maneira correta e eficaz, faz-se necessário uma boa avaliação do paciente, pois cada técnica têm seus objetivos, suas indicações e contra indicações, e acima de tudo as técnicas devem ser executadas da maneira correta para que haja resultados significativos (REBELO e JUNG, 2006).

Tabela 2 – Apresentação de técnicas e respectiva quantidade de vezes.

Técnica Selecionada

Resposta Encontrada

Resposta em Percentual

Tapotagem

183

49,86%

Drenagem autógena

155

42,23%

Flutter

131

35,69%

Vibração

130

35,42%

Drenagem Postural

62

16,69%

Ciclo Ativo da Respiração

60

16,34%

TEFF

46

12,53%

Vibrocompressão

33

8,99%

Aspiração

11

2,99%

HUFF

7

1,90%

ELTGOL

6

1,63%


LEGENDA: TEFF: técnica de expiração forçada. HUFF: técnica de tosse voluntária. ELTGOL: expiração lenta com a glote aberta infralateral.


4. Considerações Finais

Através da pesquisa analítica de coleta de dados dos prontuários nota-se que a técnica clássica da tapotagem ainda possui alta repercussão como técnica de escolha para tratamento respiratório em patologias hipersecretivas, o que leva a um questionamento desta prevalência, já que a técnica por muitos é dita como obsoleta, assim: será por facilidade em geral da técnica, e/ou por no hospital a maior parte dos pacientes serem pouco colaborativos e até em estado de inconsciência ou ainda será por falta de conhecimento sobre as técnicas em geral. E também que técnicas atuais como o ELTGOL, possuem menor prevalência por falta de conhecimento e/ou falta de comprovação da eficácia das técnicas. Surge à expectativa da pesquisadora por continuar pesquisas científicas neste contexto, para analisar com afinco deficiências dentro da fisioterapia respiratória como: padronização de nomenclaturas e modo de realização das técnicas, separação de definição entre: técnicas de higiene brônquica e técnica de expansão pulmonar, e por fim real eficácia das técnicas.


5. Referências Bibliográficas

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Obs;

- Todo crédito e responsabilidade do conteúdo é de sua autora.

- Publicado em 29?04/2014.


 

 


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